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O meu nome é Mario Mattos Rocha e eu iniciei este site em 18 de maio de 2010.
O site foi criado usando o MyHeritage.com. Este é um excelente sistema que permite a qualquer um, como você e eu, criar um site privado para sua família, criar sua árvore genealógica e compartilhar fotos de família. Se você tem qualquer comentário ou feedback sobre este site, por favor, clique aqui para entrar em contato comigo.
A nossa árvore genealógica foi publicada online neste sítio! Existem 2639 nomes no nosso sítio de família. O primeiro evento é o nascimento de Trastamiro Aboazar (980). O mais recente é o nascimento de <Privado> Lima Freitas (19 de Fev de 2014).
O site foi atualizado em 21 de Jul de 2014, e ele tem atualmente 192 membro(s) registrado(s). Se você deseja se tornar um membro também, por favor clique aqui.  

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Outro:Poema eleitoral
Publicado por: Mario Mattos Rocha em 28 de Out de 2010 15:49

VOTAR, VERBO INTRANSITIVO

por Mario Mattos Rocha

Ser petista de primeira hora

Coordenar a Verificação Informatizada de Contagem de Votos da Eleição do Lula para Governador do Estado de São Paulo, em 1.982 (lembram, que mico!)

Batalhar durante mais de vinte anos pra eleger o Lula Presidente da República!

Ver desmoronar o trabalho de milhares de militantes em pouco mais de um ano quando o Presidente da Republica, por nós eleito, jogou no lixo o nosso patrimônio fundamental frente a nossos adversários: a ÉTICA, quando diante do escândalo do MENSALÃO defende os implicados mesmo depois de comprovações de culpa.

Ser um educador e constatar que a maior autoridade brasileira, por suas declarações públicas se orgulha de ter chegado ao cargo sem ter educação formal, com isso incentivando os jovens a não estudarem para incrementar sua formação, pois isso não seria fundamental. Nosso Presidente teve todas as oportunidades de estudar, antes e depois da eleição. Não estudou porque não quis. Estudar não é desmerecimento. Veja o exemplo de outros, como Vicentinho que hoje tem curso superior. Acho que isso não o desmerece, pelo contrário mostra a vontade de melhorar seu desempenho. Não entendo porque ter orgulho de ser ignorante se tem os meios de buscar conhecimento. O cargo lhe permite contratar um professor de português que lhe ensine a usar corretamente a concordância verbal, concordância de gênero e de número. Aprender uma língua estrangeira também não é um absurdo. Parece que as empresas estão exigindo isto no curriculum. Não se aprimorar é um desrespeito ao povo brasileiro, mas entendo que também é um golpe de marketing, principalmente internacional. Afinal somos um País folclórico.

Verificar que na área da Educação nada se fez de significativo no Ensino Básico em oito anos de governo. Os últimos que conseguiram realizar um trabalho sério nesta área foram Luiza Erundina em São Paulo e Cristovam Buarque em Brasília, ambos expulsos do PT.

Ser um democrata e verificar que aquele que ajudei a subir ao poder pelos processos democráticos, tem apenas um objetivo: MANTER-SE NO PODER. Desta forma ele ignora a legislação, as instituições e a ética. Baseado em sua popularidade ele acha que pode tudo e que não deve satisfações a ninguém. Sei de uma pessoa do século passado que tinha aceitação quase unânime pelo povo de seu país. Seu nome era Mussolini.

Ser um homem de Partido Político tendo que votar em alguma eleição em um candidato que eu não achava o melhor, mas o Partido achava.

Identificar que o PT foi o único Partido de oposição responsável até que assumisse o poder.

Ver o Partido dos Trabalhadores, que ajudei a construir, ser tomado por uma onda de corrupção e cujos dirigentes alegam que “isto já existia antes”. Não foi pra isso que eu lutei. Não foi pra fazer um governo um pouquinho melhor do que os anteriores, como eu acho que esse é. Foi pra criar um mundo melhor: com educação, sem corrupção, sem mentiras. Foi pra criar um país que pudesse ser visto pelo Homem mais Importante do Mundo como O PAÍS e não seu dirigente como O CARA que não acho que ele é.

Reconhecer que os programas sociais como o Bolsa Família ajudaram a tirar da miséria absoluta milhões de brasileiros, mas são usados escancaradamente como moeda de compra de votos. O correto seria criar campanhas educativas dentro dos programas como: “Arrume um emprego e orgulhe-se de ceder seu Bolsa Família para outro mais necessitado” e não: “Cuidado, se arrumar emprego vai perder seu Bolsa Família”, como é hoje. O que acontece atualmente, na prática, é um incentivo à vadiagem, pois não há nenhuma ação no sentido de que o beneficiado supere sua situação presente.

Ver o Partido dos Trabalhadores, estar dominado por cerca de 1/3 de corruptos em seus quadros.

Ouvir velhos companheiros de luta - imitando seu líder que confunde o cargo da Presidência da República com a função de cabo eleitoral sem o mínimo pudor e respeito às leis - blasfemarem contra seus adversários políticos como se eles fossem inimigos mortais num linguajar que mais parece vir de bocas de (más) torcidas de futebol. Isto tipifica total incivilidade e péssima postura política. Nunca pregamos “O Poder a qualquer preço” e sim “O Poder pela justeza das Causas e das Ideias”.

Votar em quem? Em Dilma não pode ser pelo que expus acima. Serra é PSDB, adversário histórico. Nulo ou branco não é protesto. Votar nulo ou branco quer dizer: “Votei no vencedor”. Explico: Se 40 milhões votam na Dilma, 38 milhões votam no Serra e 4 milhões votam brancos e/ou nulos, ganha a Dilma, ou seja, é a mesma coisa que se os brancos/nulos tivessem votado nela. Eu não posso votar nela e contribuir com a continuidade de tanto descalabro. Então devo deixar de ser um homem de Partido, pois só me sobra uma alternativa: tenho que votar no Serra e recomendar que o PT volte à oposição responsável e ética e reaprenda a jogar o jogo democrático.

Votar nesta eleição é verbo intransitivo, simplesmente porque votar ficou mais importante do que em quem votar.

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Mario Mattos Rocha é Professor de Física e Funcionário aposentado da Universidade de São Paulo – USP

Colaboração de Guega Rocha Carvalho

1 Comentário|21 Visitas|Ver artigo integral
Histórias familiares:Um ano de vida nova
Publicado por: Guega Horta de Lima Rocha em 4 de Ago de 2010 08:38

Faz um ano que resolvi mudar de vida, deixar de ser publicitária e voltar a ser estudante. Comecei a escrever um blog para contar essa experiência.

Quem quiser conferir aí está:

http://tijoloportijolo.wordpress.com/

Beijos, Guega

1 Comentário|16 Visitas|Ver artigo integral
Poesia:Homenagem a Geandré Mattos Chituzzi
Publicado por: Mario Mattos Rocha em 18 de Jun de 2010 09:14
OS OITO SENTIDOS

Geandré

Não fosse o perfume das acácias

O esplendor dos flamboyant

A irradiação dos girassóis

Eu não estaria aqui

Não fosse o sorriso fácil e o sono de paz de uma criança

A carícia de uma alma feminina

A esperança de um desvalido

Eu não estaria aqui

Não fosse o nascer dos meus filhos

A compreensão dos meus pais

As paixões que um dia fizeram sentido

Eu não estaria aqui

Não fosse o azul turquesa do Ceará

As ondas esmeraldas debruadas do Guarujá

O frescor de Mallorca

O berço de Santos

As ramblas da Catalunha

O vigor de São Paulo

Eu não estaria aqui

Não fossem as canções do Roberto

Do Lennon

Do Jorge Ben Jor

Os versos de Clarice Lispector

O desenho do Jaguar

O coração do Ziraldo

O fauvismo de Matisse

A forma de Mondriani

O desfile da Salgueiro

Eu não estaria aqui

Não fosse o sol que me jambeia

Esta lua que cobre meus pensamentos

Esta duna que curva meu destino

O canto espreito do rouxinol

Eu não estaria aqui

Ah... não fosse o Grants que dei por bebido

A amora que provei do seu sumo

A amêndoa caramelada

Os calamares flambados no demi-sec

Eu não estaria aqui

Não fosse o sorriso tímido de garoto

E o seu semblante sereno

que nos deixou tão temprano e nos eternizou

Eu não estaria aqui.

Não fosse o homem que luta a vida inteira

Ah...não fosse você e suas palavras amigas

Seus ombros que ancoram as minhas dores

E os caminhos que um dia percorreremos em busca de um novo sonho

Ah...aí ,então sim,fosse o que fosse ...

Definitivamente eu não estaria aqui

(Geandré é um cartunista santista, amigo nosso. Obrigada, Geandré, pelo carinho. Um beijo grande.) Ange

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Histórias familiares:Livro delicioso de se ler onde se conhece um pouco mais da historia da familia Rocha
Publicado por: Maria Elizabeth Gonçalves Evangelista em 7 de Jun de 2010 19:05

'O pai, a mãe e a filha' integra memória de criança e memória de escritores

O Pai, a mãe e filha traz as lembranças de uma menina entre os 4 e os 8 anos de idade, na São Paulo de fins dos anos de 1940 e início dos anos de 1950. Interessada no universo dos adultos que a cercavam, a menina encontra nos contos de fadas, nas histórias de família e no registro de acontecimentos os mais variados, motivo de grande diversão.

Ilustrado com desenhos feitos por ela no período coberto pelas lembranças, o texto encadeia narrativas contadas ora pela menina, ora pela adulta que se tornou. Tendo convivido com personalidades do universo artístico e intelectual desse período, ligadas a seus pais, a autora Ana Luisa Escorel reproduz histórias sobre elas, na maioria das vezes sem citar nomes, dando ao leitor, no entanto, pistas para identificá-las.

* Veja as fotos da obra

O livro, que será lançado no próximo dia 22 pela editora Ouro Sobre Azul, procura, ainda, situar o universo familiar dos pais da menina, ambos ricos de acontecimentos pouco usuais.

Walnice Nogueira Galvão

"Este é um livro que nasceu clássico. Memórias de infância por um lado, memórias de escritores por outro, dois gêneros bem assentados em nosso país bem como pelo planeta afora, nada tem de ambíguo, antes de duplo. O olhar da menina, assim lindamente nomeada, vai organizando e decifrando o mundo a partir da casa, focalizando o entorno, os vizinhos, a malta dos pequenos, os visitantes. E se volta da infância para trás, perscrutando o passado tal como se apresenta às crianças, encarnado nos mais velhos: os pais, os tios, os avós, e os casos que contam. A teia vai compondo o universo em que a menina se move.

A prosa apurada, que evita o clichê mas incorpora o coloquial, revela-se cheia de sábias escolhas. Quem escreve é um adulto, sopesando, discriminando, ponderando.Podam-se com rigor os nomes próprios, o que alivia o texto e evita o cunho de almanaque. Os "podres" são narrados com graça. A vida deste tomboy franzino mas forte, os cabelos cortados, sempre de macacão, é cheia de traquinagens e peripécias. Delineiam-se os perfis de um pai e uma mãe marcantes, nem é preciso dizer, mas igualmente os de muitos outros figurantes.

O leitor fica com pena quando o livro acaba e nada mais acontece a partir da infância da menina, cujo olhar aprendeu a emular, sendo doloroso despregar-se dele. E depois? fica-se perguntando. Será que as venturas posteriores seriam menos interessantes? Não, com certeza, na pena desta escritora".

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Mídia:Artigo publicado no OESP sobre a Escola da Cidade- Faculdade onde Guega está cursando arquitetura
Publicado por: Maria Elizabeth Gonçalves Evangelista em 7 de Jun de 2010 18:46

Eles são do berço da arquitetura de SP. E querem mudar a cara do centro

Conhecidos como 'o povo da General Jardim', escritórios e instituições fazem da região sua base e têm projetos para revitalizar a área

06 de junho de 2010 | 0h 00
Edison Veiga , Filipe Vilicic - O Estado de S.Paulo

Profissionais.Há cerca de 20 escritórios na rua, como o Piratininga; lá também estão a Escola da Cidade e o Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB)


Na Rua General Jardim, no centro, nascem ideias que mudam a cara de São Paulo. Isso porque lá estã...

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