

A família Médici foi uma poderosa família de Florença durante a Renascença, cujas riqueza e influência se originaram do comércio de têxteis e pela guilda da Arte della Lana. Tornando-se banqueiros, e posteriormente políticos, clérigos e nobres, os Médici atingiram o seu apogeu entre os séculos XV e XVII com um conjunto de figuras importantes na história da Europa e do Mundo. A linhagem direta dos Médici extinguiu-se em 1737. Imensamente ricos, governantes não oficiais da República de Florença; soberanos reconhecidos da Toscana, teriam tido origem no Senhor del Muggello, que teve um filho, Giambuono de Medici, nascido em1140, pai por sua vez de dois filhos: Chiarissimo de Medici, que viveu a partir de 1201 e Bonagiunta. O ramo primogênito da família – os que descendem de Pedro de Cosmo de Médici e do seu filho Lourenço de Médici, o Magnífico – governaram até ao assassinato de Alexandre de Médici, primeiro duque de Florença, em 1537. O poder passou então para o ramo dito júnior – os que descendem de Lourenço de Cosmo de Médici a partir do seu trineto Cosmo I de Médici. Além da política e governação, os Médici notabilizaram-se em outros campos, principalmente no mecenato.( Comércio e protecionismo das artes plásticas). A árvore genealógica dos Médicis pode ser usada como exemplo de Relações Múltiplas (união inter parentes) o que caracterizou esta família já que os inúmeros exemplos era um recurso usado pela família para preservar os bens e a fortuna. Segundo alguns historiadores, a beleza fisica dos Médicis foi deteriorando pela genética continuada o que até em seu último representante apresenta caracteristicas bem acentuadas de deformidades. |