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O meu nome é <Margarida de Paula Saraiva Hoed > e eu iniciei este site.
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Notícias da família
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Jul 08, 2010
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Artigos de notícias
Genealógia:Sobrenome FERREIRA
Publicado por: Margarida de Paula Hoed Rodrigues em 6 de Ago de 2011 17:52


Clique para ampliarFerreira Brasão de Armas da Família Crest / Ferreira

O sobrenome de Ferreira foi um nome espanhol ocupacional para um ferro de trabalho, originalmente processado na FERRARIAE forma latina, um derivado da Ferrum (ferro). O nome é generalizado em toda a Europa em muitas variantes ortográficas e na Inglaterra é angliziced para Ferrers. É também HERRERS escrito e HERRERA.Sobrenomes ocupacional originalmente denotava a ocupação real seguido pelo indivíduo. Em que período eles se tornaram hereditária é um problema difícil. Muitos dos nomes ocupação foram descritivo e pode ser variada. Na Idade Média, pelo menos entre a população cristã, as pessoas não costumam buscar ocupações especializadas exclusivamente na medida em que fazemos hoje, e eles, de fato, vire a sua mão a qualquer forma de trabalho que precisava ser feito, especialmente em uma grande casa ou mansão, ou em fazendas e chácaras. Em documentos antigos, sobrenomes muitas vezes se referem ao titular real de um escritório, se a igreja ou estado. No século 8, a Espanha caiu sob o controle dos mouros, e essa influência, que durou até o século 12, também deixou sua marca na sobrenomes hispânicos. Alguns nomes são baseados diretamente em árabe dos nomes pessoais.A maioria dos espanhóis ocupacional e sobrenomes apelido, no entanto, são baseados em comum derivados espanhol. Este é também o nome de uma grande família nobre que detinha o condado de Derby 1138-1266. Muitos descendentes atuais desta família ainda conter o nome, embora a mesma linha do sexo masculino morreu na Idade Média. Membros notáveis ​​do nome incluem Fernando de Herrera (c.1534-1597), o poeta lírico espanhol, nascido em Sevilha. Ele tomou ordens sagradas. Muitos de seus poemas de amor são notáveis ​​por concurso sentimento, enquanto seu odes às vezes atingir uma certa quantidade de grandour. Ele escreveu uma prosa da história da guerra em Chipre (1572) e traduziu a Vida de Sir Thomas More from Latin. Antonio de Herrera (1549-1625), o historiador espanhol, nascido em Cuellar perto Segovia. Ele escreveu uma história de "Exploits castelhano no Pacífico" (1601-1615), uma descrição das Índias Ocidentais, e uma história de Inglaterra e Escócia, no tempo de Maria, Rainha dos Escoceses.Herrera Francisco "El Viejo" (o velho) (1576-1656) foi o pintor espanhol nascido em Sevilha.Pintou peças históricas, lojas de vinho, feiras, carnaval e coisas do género.

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Genealógia:Sobrenome CORREA
Publicado por: Margarida de Paula Hoed Rodrigues em 6 de Ago de 2011 17:14



Clique para ampliarFamília Correa Brasão da crista / Correa de Armas

Este sobrenome espanhol CORREA foi derivado do CORREA espanhol (correia de couro, cinto, rédea, laço), e processado em documentos medievais no CORRIGERE forma latina (a endireitar, a ordem correta). O sobrenome pode ter surgido como um nome metonímico ocupacional para um fabricante ou vendedor de qualquer um desses artigos, ou como um apelido para uma pessoa forte ou paciente. O nome também é escrito e CORREAS CORREA.Muitos dos nomes de família moderna em toda a Europa refletir a profissão ou ocupação de seus antepassados ​​na Idade Média e derivam da posição ocupada por seus antepassados ​​na aldeia casa, nobre ou comunidade religiosa em que viviam e trabalhavam. A adição de sua profissão ao seu nome de nascimento tornou mais fácil para identificar os comerciantes e artesãos individuais.Como as gerações passadas e as famílias deslocadas, de modo a identificar nomes originais desenvolvidos para o versões corrompidas mas mais simples que reconhecemos hoje. Ao longo dos séculos, a maioria das pessoas na Europa tenham aceitado seu sobrenome como um fato da vida, como irrevogável como um ato de Deus. Por mais que o indivíduo pode ter gostou ou não do sobrenome, eles foram presos com ela, e as pessoas raramente mudam-los por escolha pessoal. A forma mais comum de variação foi de fato involuntário, quando uma mudança oficial foi feita, em outras palavras, um erro material. A pelagem associados de armas é gravado em Rietstaps Armorial Geral. Registrados em Castela (Correa). Na Espanha patronímicos identificação encontram-se já em meados do século 9, mas estes mudaram a cada geração, e sobrenomes hereditários parecem ter vindo em um pouco mais tarde em Espanha do que na Inglaterra e França. Bem como os nomes dos santos tradicionais principais da Igreja Cristã, muitos dos sobrenomes mais comuns espanhóis são derivados de nomes pessoais de origem germânica. Para a maior parte desses nomes são caracteristicamente latino-americano. Elas derivam da língua dos visigodos, que controlavam a Espanha entre os séculos mid-5 e início 8. A águia representado na crista é emblema da fortaleza e generosidade de espírito. Os romanos usavam a figura de uma águia para o seu estandarte, e seu exemplo tem sido muitas vezes seguidas. É o dispositivo da Rússia, Áustria, Alemanha e Estados Unidos da América.

Clique para ampliar

CORREA Correia


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Notícias locais:Brejo do Salgado, Porto do Salgado, Brejo do Amparo, Januária, História
Publicado por: Margarida de Paula Hoed Rodrigues em 17 de Ago de 2010 19:31

O Brejo do Salgado, hoje Brejo do Amparo, existe desde 1.688, sendo que já havia sido escrito a respeito de Maria da Cruz, pela carta do Padre Jesuíta Aspicuelta Navarro, que chegou com Padre Manoel da Nóbrega, logo após o descobrimento do Brasil, mais ou menos em 1555.


Há documentos de 1555 onde os pesquisadores Francisco Druzza de Espinosa e Aspicuelta Navarro relatam terem chegado nesta região "num grande rio com uma serra em forma de chapéu". Portanto Januária já foi admirada pelos portugueses praticamente desde o Descobrimento do Brasil.

Também a Guerra dos Emboabas, é iniciada por uma pessoa que vem de Januária, Manoel Nunes Viana, que era procurador de Dona Isabel Guedes de Brito. Esta Isabel era filha do mestre de campo Antônio Guedes de Brito, das Sesmarias, das Capitanias Hereditárias. Deu a Manuel Nunes Viana procuração para defender seu direito sobre o imenso domínio herdado do seu pai no interior da Bahia.
A procuração dada por D. Isabel Guedes de Brito serviu para obter que o Governo do Estado do Brasil lhe desse o título de regente e mestre-de-campo do Rio São Francisco, com o tivera Antônio Guedes de Brito: o que equivalia a torná-lo encarregado de vigilância do gado nos limites entre Morro do Chapéu e as nascentes do Rio das Velhas, combater os índios, destruir os quilombos, castigar ladrões e assassinos.
Fundou por conta própria grandes currais de gado e se fez construir uma bela casa de Tábua,perto do confluente do Rio das Velhas com o Rio São Francisco.
Atraído logo pelas Minas de Caetés, explorou-as e, paralelamente, favorecia, contra as ordens Reais, comércio de gado entre Minas e a Bahia.

A História do Brasil, tem várias partes desenvolvidas naquela cidade de Brejo do Salgado/Januária.

Pertencia a duas Capitanias: a de Pernambuco, pelo lado esquerdo (Januária e Brejo do Salgado)
e a Capitania da Bahia( Pedras de Maria da Cruz até Rio das Velhas),
portanto nossos antepassados pode ter vindo por um desses dois grandes portos.

Mas, como estamos com dados à partir de 1.800, podem também terem vindo da Capitania de São Vicente, pois ao descobrir ouro nas Minas Gerais, os bandeirantes avançam terra à dentro indo parar em Januária,
através de Januário Cardoso.
Pelo abandono da cidade, por falta de ser tombada pelo Patrimônio Histórico do Brasil, pois foi por lá pelo norte, que Minas Gerais nasceu e não por cá, pelo sul.
Matias Cardoso, Manga, Itacarambi, Brejo do Amparo, Januária, São Romão, são as primeiras cidades de Minas Gerais, desde o descobrimento do Brasil.

Quanto ao nosso povo, nossos antepassados, houve dois incêndios,
um no Brejo do Salgado em 1.834 queimando os documentos que havia na Igreja de Nossa Senhora do Amparo.
Mas pertencendo a Pernambuco, pode ser que estes registros estejam na parte Histórica de lá.
Outro incêndio foi em Matias Cardoso, também nas Igreja, onde a Igreja também é muito antiga, no princípio de 1.900.

Esta história, tão importante, onde mataram os índios Caiapós(Cacique e duas filhas), para ser formado os novos povos.
A praça da Matriz do Brejo do Amparo era onde ficava a TABA INDÍGENA dos CAIAPÓS.
O morro que rodeia o Brejo do Amparo, é o Itapiraçaba, chamado de Itapiraçabuçu pelos índios, os verdadeiros donos da nossa terra BRASIL.

Foi Manoel Pires Maciel, que invadiu e dizimou os índios de Brejo do Salgado, depois casando com a filha do Cacique Caiapó,
dando-lhe o nome de Catarina. Ele era fugitivo de Goiás, parando por lá, e fazendo a Igreja de Nossa Senhora do Amparo,
na praça da Taba Indígena,

SÁBADO, 29 DE AGOSTO DE 2009

Brejo do Salgado ou do Amparo - Entre a Cruz e a Cachaça


Aqui concentra-se a maioria dos Engenhos e Alambiques Artesanais de Januária. Desta região é que sai a melhor cachaça de Minas, e uma das melhores do Brasil.
Uns atribuem a qualidade ao solo alcalino, outros por a cachaça ser envelhecida na Umburana, um mestre me explicou que o segredo esta no fermento natural feito com fubá e caldo de cana.


Eu creio que é a mistura disto tudo somados a água, temperatura, umidade do ar e séculos de experiência e a gosto de tomar cachaça boa.

O povo é muito acolhedor e prestativo, este homem no cavalo estava a caminho do Posto de Saúde, sua carroça virou e lhe machucou muito o cotovelo, me pareceu quebrado, mesmo assim queria me dar informações, esclarecimentos sobre a região e a igreja.
Tive que insistir para que continua-se logo sua viagem pois me causava agonia a dor que certamente ele sentia.

Januária teve seu início aqui no Brejo do Salgado, ficando na beira do rio o Porto e tudo que girava em torno dele, como comércio, casas de prostituição, bares, etc.

Por isto aqui foi construída a primeira Igreja de Januária e também de Minas Gerais, a Igreja da Nossa Senhora do Rosário e de São Benedito.

Apesar de tombada pelo Patrimônio Histórico encontra-se em total abandono. Inclusive com portas abertas apenas escoradas com pedaços de pau, o que é uma pena.


A pintura no te to da nave do altar é simplesmente deslumbrante, cheio de riquezas de detalhes e a Santa tem uma expressão muito viva.
Impressionaste como está resistindo a tanto descuido.

Nas tábuas do piso ainda se encontram alguns pontos marcados com taxinhas o nome e as datas dos mortos ali enterrados, isto onde ainda tem tábuas, a maior parte do piso da igreja transformou-se apenas em pó.

Atrás da igreja encontra-se um antigo Umbuzeiro, nesta época desfolhado para economizar água.

Na frente as cinzas do que foi um frondoso e centenário Jatobá, que foi criminosamente incendiado por vândalos.

Vista da região, onde a vegetação do brejo é cercada por morros calcários cobertos de mata seca.
Também uma Caroba coberta de flores "azul alucinante".

QUINTA-FEIRA, 27 DE AGOSTO DE 2009

Vale do Peruaçú - Gruta do Janelão - MG

O Rio Peruaçú nasce dentro do “Parque Nacional Cavernas do Peruaçú”, e deságua no Rio São Francisco .

Aqui no Vale do Peruaçú ele passa por dentro da fantástica Gruta do Janelão. Esta gruta é a maior do vale, totalizando 4.740 m de extensão horizontal e 176m de desnível.

Mas não é o tamanho dela o mais impressionante, mas sim sua beleza. Por ela possuir várias clarabóias que permitem a entrada do sol dentro dela se formaram jardins, pequenas florestas que lembram os jardins japoneses pela delicadeza e harmonia, tudo a beira do límpido Rio Peruaçú que ainda fornece o som da água correndo sobre as pedras.

A impressão foi de ter atravessado um portal mágico e entrado em outra dimensão. Eu queria ser poeta ou ter o dom de descrever o que senti e tudo que meus olhos viram.

A cada instante uma nova surpresa, ora a “tartaruga de Pedra” dentro de um nicho lá no alto, depois o “monstro da Caverna”, uma mistura de macaco gigante com “Buda”, o chocolate vermelho escorrendo, mais adiante o chocolate branco produzindo desde pequenas pérolas a bombons de dar água na boca.

Por fim num portal azul celeste decorado com delicadas plantas a “perna da Bailarina”, suspensa lá no alto... Perfeita!

Como está muito alta não se percebe o incrível tamanho dela, é uma estalactite de 18 metros de comprimento, a maior do mundo suspensa no ar sem apoio em baixo.

E para dar um arremate de mestre a caverna é decorada com inscrições primitivas de várias civilizações, conforme estudos as mais antigas tem cinco mil anos. As cores mais usadas são o vermelho amarelo e preto. O que as preservou ali tão coloridas e intactas me parece um milagre.

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Genealógia:Januária
Publicado por: Margarida de Paula Hoed Rodrigues em 15 de Jul de 2010 19:10

Januária

Município de Januária
Brasão de Januária
Bandeira de Januária
BrasãoBandeira
Hino
Aniversário7 de outubro
Fundação30 de junho de 1833 (177 anos)
Gentílicojanuarense
Prefeito(a)Maurílio Arruda (PTC)
(20092012)
Localização
Localização de Januária
Localização de Januária no/em Minas Gerais

Localização de Januária em Brasil
Januária
Localização de/do Januária no Brasil
15° 29' 16" S 44° 21' 43" O
Unidade federativaMinas Gerais
MesorregiãoNorte de MinasIBGE/2008[1]
MicrorregiãoJanuáriaIBGE/2008[1]
Municípios limítrofesFormoso,Chapada Gaúcha,São Francisco,Pedras de Maria da Cruz,Itacarambi,Bonito de Minas,Cônego Marinho e Estado daBahia.
Distância até a capital603 km
Características geográficas
Área7.299,48 km²
População67.516 hab.est. IBGE/2009[2]
Densidade9,2 hab./km²
Altitude434 m
Climatropical
Fuso horárioUTC-3
Indicadores
IDH0,699 médioPNUD/2000
PIBR$ 212.458 mil IBGE/2005[3]
PIB per capitaR$ 3.389,00 IBGE/2005[

Januária é um municípiobrasileiro do estado de Minas Gerais situado na região do Médio São Francisco, localizada ao lado direito do rio São Francisco. Conta com uma população de 102.216 habitantes.

História

Existem três versões que dão conta do surgimento do município. De acordo com a primeira versão, o nome do município é uma alusão ao atuante fazendeiro Januário Cardoso, que morava na região e era proprietário da fazenda Itapiraçaba, localizada onde hoje se encontra o município.

Outras versões, porém, atribuem o nome a uma homenagem à princesa Januária, irmã do Imperador Dom Pedro II e, ainda, à escrava Januária que, fugindo do cativeiro, teria se instalado no Porto do Salgado (atual cidade de Januária), estabelecendo ali uma estalagem, onde os barqueiros e tropeiros do povoado se encontravam.

O município se situa às margens do rio São Francisco, que oferece excelentes praias fluviais temporárias, pesca, cachoeiras, destacando-se também grutas de formação calcária, com algumas pinturas rupestres. A presença do casario colonial na cidade pode ser observada na avenida São Francisco e ruas transversais.

Januária, antigo povoado de Brejo do Salgado, com seus três séculos de história, encanta os visitantes e a população local, não só por seus atrativos históricos e culturais, mas também por suas belíssimas e variadas belezas naturais.

Terra de gente hospitaleira,já teve grande importância como porto e entreposto comercial nos tempos áureos da navegação a vapor no "Velho Chico".

O município busca o seu desenvolvimento na prestação de serviços, no artesanato, na produção da cachaça de alta qualidade, no extrativismo de frutos e essências do cerrado, e, principalmente, no incremento da atividade turística.

Infra-estrutura

No município de Januária possui 65 bairros dividido em sete zonas: zona norte, zona sul, zona oeste, zona leste, zona centro-sul, zona centro-oeste e zona centro-norte.

  • 87% das vias da cidade são pavimentadas.
  • 96% das residências são abastecidas pela rede pública de água.
  • 98% das residências são abastecidas pela rede de esgoto.
  • 65% das residências acessam a Internet Banda Larga.
  • 99,97% das casas urbanas são ligadas à rede elétrica da CEMIG.
  • 78,75% das casas rurais são ligadas à rede elétrica da CEMIG.
  • 1 telefone para cada 7,5 habitantes.
  • 5.500 unidades é a Frota de Veículos.
Brejo do Amparo
Antigo Brejo do Amparo foi o núcleo de povoado da cidade de Januária. Possui casario colonial e uma joia do barroco mineiro: a Igreja da Nossa Senhora do Rosário, datada de 1688, construída em um quilombo orientado pelos jesuítas. Este templo foi um dos primeiros em Minas Gerais, e tem proporções médias, sendo que no interior há um coro ao fundo e à esquerda a tribuna, cercada com guarda-corpo, em ripas trabalhadas. O piso é em campas de madeira. A nave possui dois altares, a capela-mor tem o forro pintado com motivos religiosos e altar-mor, de confecção popular, possui vários arcos com colunas torcidas, tendo ao fundo nichos para imagens.

Nos arredores localiza-se a principal zona produtora de cachaça de Januária, a comunidade denominada Sítio.

Lá os visitantes tem a oportunidade de conhecer o roteiro dos alambiques e todo o processo de fabricação artesanal da cachaça.

O distrito conta com trilhas e ruas propícias para a prática do ecoturismo, e também com uma belíssima gruta,a Gruta dos Anjos.

Cachaça

Januária é considerada a capital mundial da cachaça a de melhor qualidade do mundo. O segredo está na umidade natural do solo e no clima do distrito de Brejo do Amparo.

O município detém a produção da cana-de-açúcar desde o seu surgimento. São mais de trinta engenhos nas imediações do povoado. Parte da produção da cachaça é exportada para outros estados e para todos os países europeus e asiáticos, dado o alto grau de qualidade da cachaça ali produzida.

Artesanato

O artesanato da região é passado de geração em geração como forma de sobrevivência. De origem indígena, tem características primitivas, conservando sua forma pura. A matéria-prima utilizada é extraída da natureza.

São utilizados barro, fibras vegetais, madeira, flandres ou folha de zinco, couro, algodão.

O artesanato pode ser encontrado na Casa do Artesão,Casa da Memória,Centro de Artesanato e Mercado Municipal.

Culinária

A culinária regional apresenta vários pratos saborosos, como o arroz com pequi, carne de sol, moquecas de surubim, pão de queijo, angu com quiabo, paçoca, papudo, manué, galinha ao molho pardo, feijão tropeiro com torresmo, beiju, rapadura, panelada, picado de arroz, dourado assado, vários pratos feitos com o tradicional surubim do Rio São Francisco, e ainda saborosas frutas do cerrado, como umbu, pinha, tamarindo, fruta do conde, coquinho, cagaita, caju, cajuí, maxixe, cabeça-de-nego, buriti, babaçu, fava-d'anta, jenipapo, anajá, banana-caturra, utilizados na produção artesanal de sucos, licores e doces.

Folclore

É bastante expressivo o folclore de Januária, e muitas das expressões folclóricas continuam puras, preservadas de influência externa.

Educação
O tema educação envolve vários aspectos da cultura de um povo, como o religioso, o artístico, o artesanal e o escolar. Os três primeiros são comuns aos homens das cavernas e aos índios. O escolar, surgiu após a conquista da região.
Escolas
O tema educação envolve vários aspectos da cultura de um povo, como o religioso, o artístico, o artesanal e o escolar. Os três primeiros são comuns aos homens das cavernas e aos índios. O escolar, surgiu após a conquista da região.
  • Escolas Estaduais: Bias Fortes; Maria da Abadia; Boa Vista; Caio Martins; Claudemiro Alves Ferreira; Mons. João Florisval Montalvão; Nossa Senhora de Fátima; Olegário Maciel; Pio XII; Princesa Januária; Prof. Onésimo Bastos; Profª. Zina Porto; Simão Viana da Cunha Pereira.
  • Escolas Municipais: Joana Porto; Santa Rita; Segredo; Pré. E. M. Boa Vista; Pré E.M. Joana Porto; Pré E. M. Maternal Dona Judite Jacques.
  • Escolas particulares: Instituto Betel de Educação; Colégio Ceiva de Ensino Fundamental e Médio; Colégio Unimax; Creche Servir; Escola Infantil Cantinho do Saber; Instituto Educacional Piagetiano (URIM).

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Ensino Superior
  • CPDL: Colégio Politécnico Dom Luciano.
  • CEIVA: Centro de Educação Integrada do Vale do São Francisco.
  • UNIMONTES: Universidade Estadual de Minas Gerais, extensão de Montes Claros.
  • IFNMG: Instituto Federal de Ciências, Educação e Tecnológia do Norte de Minas Gerais.
  • UNOPAR: Universidade do Norte do Paraná.
  • FUNAM: Escola Técnica Alto Médio São Francisco.
  • UFNM: Universidade Federal do Norte de Minas.
  • FPPK: Faculdade Particular Presidente Kennedy.
  • FPSA: Faculdade Particular Santo Agostinho.
Referências
  1. abDivisão Territorial do Brasil. Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (1 de julho de 2008). Página visitada em 11 de outubro de 2008.
  2. Estimativas da população para 1º de julho de 2009 (PDF). Estimativas de População. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (14 de agosto de 2009). Página visitada em 16 de agosto de 2009.
  3. abProduto Interno Bruto dos Municípios 2002-2005. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (19 de dezembro de 2007). Página visitada em 11 de outubro de 2008.
Baci-4s.jpgO município possui sítio arqueológico (arte rupestrebrasileira) de interesse histórico e turístico!
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Genealógia:Origem do Sobre-nome Carneiro
Publicado por: Margarida de Paula Hoed Rodrigues em 14 de Jul de 2010 19:53

A origem do apelido Carneiro

[Pergunta] Devido às funções que exerço, tem-me parecido verificar que Carneiro, como apelido, poderá ter origem geográfica na região de Porto/Guimarães/Braga, dado que quase sempe os próprios ou seus ascendentes daí provêm. Confirma-se? Além disso qual será a origem do apelido?


José Maria Machado:: Funcionário público – MNE :: Francoforte, Alemanha

[Resposta] Para José Pedro Machado (Dicionário Etimológico-Onomástico da Língua Portuguesa), trata-se de um apelido/sobrenome proveniente de uma antiga alcunha baseada no nome comum carneiro. Como nome próprio, está atestado, pelo menos, desde o século XIII: «Johanne Carneyro» (ibidem).


Manuel de Sousa, em As Origens dos Apelidos das Famílias Portuguesas, dá como incerta a proveniência do apelido: portuguesa, relacionada com um lugar assim chamado em Gestaçô (Guimarães, Norte de Portugal); e espanhola ou francesa. Manuel de Sousa indica, sem datar, que a mais antiga referência deste apelido é a um Pedro Carneiro, senhor das terras de Valdevez (hoje, no distrito de Viana do Castelo, Norte de Portugal).


Tem, portanto, cabimento a hipótese de o apelido derivar de um topó[ô]nimo do Norte de Portugal. Note-se, porém, que as localidades conhecidas por Carneiro nem sempre devem este nome ao animal assim designado. Machado não menciona este aspecto, mas há povoações galegas chamadas Carneiro, nome que, segundo Fernando Cabeza Quiles (Os nomes de lugar Topónimos de Galicia: a súa orixe e o seu significado), tem origem num radical indo-europeu *carn-, com o sentido genérico de «pedra». Carneiro pode, portanto, ser também um «lugar onde (só) existem pedras».

Carlos Rocha:: 22/02/2007

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