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Notícias locais:História de Bom Retiro do Sul
Publicado por: Roberto Emilio Müller em 9 de Dez de 2012 06:55

Interessante: Uma das versões da história de Bom Retiro do Sul, publicada pela Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul.

http://www.portalmunicipal.org.br/entidades/famurs/municipio/historia.asp?iIdEnt=5523&iIdMun=100143047

O historiador Aurélio Pinto afirma que o vale do Taquari, no princípio do século XVII, era habitado por índios Tapes. Supõe-se que o primeiro homem civilizado a “visitar” Bom Retiro do sul tenha sido o Padre Cristóvão Mendonça, por volta de 1633/34, alcançando estas paragens por via fluvial proveniente das reduções de Jesus Maria e São Cristóvão, no vale do Rio Pardinho.

A data de fundação do núcleo colonial de Bom Retiro do Sul é de 15 de março de 1887, quando Jacob Arnt adquiriu de Adolfo Ribeiro a primeira colônia, sendo passada a respectiva escritura no primeiro notariado da cidade de Taquari. Dois anos mais tarde, Cristiano Fett adquiriu meia colônia. Antônio Israel Ribeiro, Henrique Arnt, Jacob Arnt e Jorge Fett compraram mais colônia de propriedade de Adolfo Ribeiro, sendo essas divididas em terrenos e chácaras , marcando a fundação do povoado.

Foi elevado à categoria de 2º distrito de Taquari, por Ato nº11, de 05 de dezembro de 1895.

O primeiro prédio construído na atual cidade de Bom Retiro do Sul foi destinado a um trapiche comercial (armazém), que recebia por via terrestre a carga, a qual era transportada através de barcos até Porto Alegre. No segundo prédio, mandado construir por Frederico Arnt, foi instalada uma casa comercial.

As Fazendas

O pesquisador, Cônego Hilckmann, cita várias fazendas no território de Bom Retiro do Sul, cujos proprietários seriam de origem lusa e que tiveram sua importância econômica, social e política, como por exemplo, durante a Revolução Farroupilha.

O taquariense General David Canabarro registrou, em 1838, a importância das Fazendas de Louzada, no fornecimento de farinha para o exército farrapo.

Além dessas fazendas, citam-se outras, mais antigas, como:

Fazenda Geraldo Castano Pereira, defronte a ponte de Vila Mariante;
Fazenda Capitão Miguel, pertencente a Manoel Rodrigues Ramos;
Fazenda dos Barros, fundada por Antônio Israel Ribeiro;
Fazenda Gomes, estabelecida por Manoel Bittencourt, no Morro dos Gomes que ao terminar a construção de sua casa, partiu para a Guerra do Paraguai, porém, ainda hoje existe a casa grande.

Mais recentemente, foram se estabelecendo outras fazendas, como:

Fazenda Aurora, à margem direita do Capivara;
Fazenda Chico Mathias, fundada pelo Tenente Francisco Mathias de Souza e Ávila, situada à margem do arroio Capivava.
Fazenda Juliana, cujo nome se deve a Juliana Maria de Menezes, esposa de Valeriano Francisco de Souza. Desde então, a fazenda e a casa grande continuam na família, sendo passada adiante por herança.

Além dessas grandes fazendas existiam algumas menores tais como:

Fazenda Espanhola: Nesta fazenda, até há poucos anos, havia em completo abandono, restos do velho sobrado que fora sede da mesma. Ficava situada a beira do rio, entre a Fazenda Geraldo e a Fazenda Capitão Miguel.
Fazenda dos Silva Jorge. Foi uma das fazendas mais antigas. Ficava localizada entre as Fazendas Capitão Miguel e Pedreira. Foi fundada Por Manoel da Silva Jorge, que era casado com dona Antônia Maria de Bittencourt, pais do Barão de Antonina e Barão de Ibicuí. O antigo e consagrado historiador Otelo Rosa certa vez escrevendo sobre os Barões de Taquari, nos fala nesse humilde casal que, ao certo, nunca sonhou que dois de seus filhos iriam ser Barões; João da Silva Machado, Barão de Antonina, e Francisco de Paula e Silva, Barão de Ibicuí. O Barão de Ibicuí foi o pai do General Fermino de Paula, valente comandante de uma divisão das forças legais na Revolução Federalista de 1893. Tendo parte ativa no princípio da Revolução de 1923, comandou também uma coluna das forças legais.
Fazenda dos Maria: Localiza-se no Faxinal dos Maria (Pedreira dos Maria) nas proximidades das Fazendas Geraldo e Espanhola, fundada pelo português João Antônio Maria, Senhor de muitas terras e muitos escravos.

Origem dos Nomes

A origem do nome de Bom Retiro do Sul provém de um morro que se prestava admiravelmente para, com facilidade, reunir o gado da fazenda a fim de dar-lhe sal.

Como a natureza havia talhado aquele recanto para esta finalidade, chamaram-no de “Bom Retiro”, o que veio a dar o nome, mais tarde, a todo o distrito.

Há também quem diga que este nome tenha sido dado em homenagem ao Doutor Luiz Pereira de Couto Feraz, Visconde de Bom Retiro, parlamentar e ministro do Império do Brasil, falecido em 1886.
A 1º de janeiro de 1945, por força da lei que proibia as denominações geográficas homógrafas, o nome foi mudado para Inhandava, palavra indígena que significa “Águas que correm”.

Mais tarde, por imposição do povo que não se agradou, e por iniciativa do Legislativo Municipal, na pessoa do então vereador, Sr. Álvaro Haubert, a vila voltou a chamar-se Bom Retiro, desta vez com o acréscimo de “do Sul”, por força da Lei Municipal nº 59 do dia 28 de abril de 1949.

O 1º subprefeito de Bom Retiro do Sul foi o Sr. Luiz Lauter e o 1º subintendente foi o Sr. Henrique Arnt.

Criação da Comunidade Evangélica

Em 1892, reuniram-se os moradores deste município, para construírem uma casa própria que servisse para culto e aula. Esta foi construída em frente ao porto de navegação Arnt e nela foi celebrado o primeiro culto pelo então pastor de Teutônia, Sr. Henrique Bekmann, no dia 1º de junho de 1892.

Em 1º de junho de 1904, foi empossado o 1º pastor desta comunidade, o senhor Henrique Bangemann, pelos pastores Beckmann e Hennig , com assistência de todos os sócios.

Em 14 de agosto de 1904, foi deliberada a compra de seis terrenos para a construção da igreja. A pedra angular foi colocada em 15 de novembro de 1905, sendo a obra terminada em 1907.

A Ordem Auxiliadora foi fundada pelas senhoras em 1925. A essa entidade religiosa muito se deve pelos serviços prestados à nossa população. Neste mesmo ano foi construída a Casa Paroquial.

A construção da torre foi iniciada em 1949 e em 1950 a mesma foi inaugurada. Em 15 de novembro de 1664, foi colocado o relógio na torre, graças aos auxílios recebidos dos sócios da comunidade.

Criação da Primeira Capela Católica

Em 28 de fevereiro de 1895, o Sr. Jacob Arnt doou um terreno para nele ser construída uma capela católica.

Uma provisão da Cúria Diocesana, datada de 28 de novembro de 1896 concedeu licença para erigir a capela “Sagrada Família”. A 27 de dezembro de 1897 foi benta e colocada a pedra fundamental da igreja , pelo Padre Bernardo Bolle.

No dia 22 de janeiro de 1929, foi criada a paróquia de Bom Retiro, sendo nomeado o 1º pároco o Padre Albino Eugênio Malmann.

A Navegação

A navegação no Rio Taquari deve ter iniciado em meados do século anterior, pois, pelo ano de 1840, o senhor Louzada - Barão de Guaíba - já possuía uma verdadeira frota de botes, lanchões e canoas movidos a remo e a vela, com os quais se comunicava com o comércio de Porto Alegre, onde vendia os produtos de suas fazendas.

Na década de 1870, um certo senhor João Teixeira, indivíduo bastante curioso e analfabeto, muito amigo de ouvir e dizer pilhérias, com um linguajar cheio de “promovas e haveras”, finalmente, um tipo original, possuía também um bonito e possante lanchão chamado Flor do Taquari, que transportava produtos coloniais, oriundos do comércio de Estrela à Taquari, para Porto Alegre. Na volta vinha carregado de mercadorias para os antigos comerciantes destas localidades.

Deve-se notar, portanto, que foram Louzadas e João Teixeira os decanos da navegação no Rio Taquari, naqueles primitivos tempos.

Com o passar dos anos, foi progredindo cada vez mais o número de pequenas embarcações particulares que faziam o transporte dos produtos do Alto Taquari para a capital do Estado. No início deste século já existia a Companhia de Navegação Arnt, que possuía diversas embarcações de pequeno porte, com grande movimento comercial. Em 1914 foi, por esta Companhia, iniciou a navegação do primeiro barco-a-vapor para a condução de passageiros.

No decorrer dos anos a navegação foi aumentando, até que no ano de 1920 a 1940, chegou a atingir um movimento jamais esperado. A companhia Arnt tornou-se a pioneira: possuía em atividade cinco vapores, nove gasolinas, dez chatas e trinta embarcações pequenas. Dessas, cito vapores que, além de mercadorias, conduziam também passageiros. Quatro eram luxuosos, como o Itália, o Osvaldo Aranha e o Porto Alegre, que era o maior de todos e só fazia a rota de Taquari a Porto Alegre.

Existia a Navegação Faller, com duas possantes gasolinas, a Teutônia e a Sereia que, além de produtos comerciais, transportava também passageiros, bem como a Companhia de Navegação Liberdade, de Pedro Isírio.

Essas três companhias possuíam porto próprio, com armazéns comerciais de grande movimento em Bom Retiro. Existiam, ainda, outras companhias menores e também barcos particulares que movimentavam o nosso rio, como a gasolina Fandango, pertencente à família Jasper.

A última Companhia de Navegação existente foi a de Nitzk e Görgen que possuía um movimentado armazém e a gasolina Taquara, que transportava passageiros. Após houve o fechamento dos portos, por um longo período.

Em 1959 foi iniciada a construção da Barragem Eclusa, cujas obras foram paralisadas por 10 anos, reiniciadas em 1969 e concluídas em 1977.

A partir de sua inauguração, a navegação voltou a movimentar o rio. Construída sobre o Rio Taquari, é veículo de progresso, alcançando 432 quilômetros navegáveis, a partir do porto de Rio Grande ao Vale do Taquari. Mensalmente passam 150 barcos, conduzindo em média 60.000 toneladas de produtos.
Figuras de Destaque do Município

Destacam-se alguns brasileiros de renome, filhos de Bom Retiro do Sul, tais como:

JOÃO DA SILVA MACHADO, Barão de Antonina, era filho de Manuel da Silva Jorge, cujo nome está perpetuado no Faxinal do Silva Jorge. Por seu próprio esforço o Barão de Antonina tornou-se Deputado do Império.

FRANCISCO DE PAULA E SILVA, Barão de Ibicuí, também filho de Silva Jorge. Na guerra obteve a medalha da Passagem de Humaitá. Era pai do General Firmino de Paula.
ANTÔNIO CASTANHO PEREIRA, elevado a Barão de Ibirapuitan por decreto de 08 de abril de 1879, nasceu na Fazenda Geraldo, fronteira à localidade de Porto Mariante. Foi ajudante do General Canabarro, na Guerra dos Farrapos e herói da Guerra do Paraguai.

MARECHAL MARCIANO DE OLIVEIRA ÁVILA, neto do coronel Francisco Mathias de Souza e Ávila, o popular “Chico Mathias”, fundador da Fazenda do Mundo Novo.

LEONEL MARIA DA ROCHA, caudilho revolucionário, nascido no Faxinal do Silva Jorge, filho de João José Maria. Filiado ao partido Federalista, de Silveira Martins, tomou parte de maneira destacada na Revolução de 1893. São ainda bonretirenses os três generais: Rodrigo, Amaro e Aníbal de Azambuja Vilanova, bem como o General João Ribeiro e o Coronel Aníbal Geraldo Pereira, que foi comandante das forças federalistas na Revolução de 1893-1895. Honraram e orgulham as diversas gerações bonretirenses o Senhor Dr.Otacílio Moraes, ex-Secretário do Interior e Justiça, no governo de Valter Jobim, Luiz Carlos de Moraes, militar reformado, membro do Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Sul, Antenor Moraes, poeta, jornalista e líder social, Adão Fett, ex-prefeito de Estrela e Álvaro Haubert, ex-prefeito de Taquari.

Destacamos:

ORIVAL DA SILVA MARQUES (XIXO), escultor do “KIKITO” troféu do Festival de Cinema de Gramado.
ELEN WALKIRIA EIFLER – Escritora, nasceu em Bom Retiro do Sul, filha de Alfredo Eifler e Leonidia Fenstersifer Eifler. Graduada em Filosofia, Pós-Graduação em Estudo dos Problemas Brasileiros. Publicações: 1986 - Experiências didáticas para quem gosta de ensinar Geografia; 1992 - Bom Retiro do Sul, sua história sua Gente; publicações na Academia Literária Feminina do RS; Ajebianas de Sul a Norte; ainda colabora com artigos para Revistas.
Emancipação Política

A primeira tentativa de emancipação política de Bom Retiro do Sul ocorreu após a Revolução Federalista de 1895 e 1900, quando Pércio de Oliveira era Intendente de Estrela. Jorge Fett, Jacob Arnt e Henrique Arnt encabeçaram um movimento e conseguiram cerca de trezentas assinaturas a favor da criação do novo município.

Em outras ocasiões, a idéia de emancipação também foi aventada , mas sem resultados positivos, por considerações político-partidárias e por promessas.

Existiu também um moviento de anexação a Estrela.

A primeira reunião desse movimento deu-se a 29 de abril de 1935, no hotel do Comércio e foi presidida pelo Dr. Alberto Dreier, que também presidiu todas as outras. As reuniões realizavam-se no hotel do Comércio e na residência do Sr. Arthur Ohlweiler.

Em uma das reuniões foi escolhida a Comissão para tratar do assunto com o Prefeito de Taquari, Senhor Lauro Vieira. Essa comissão ficou assim constituída: Dr. Adalberto Breier, Leopoldo Brenner, Joaquim Ferreira de Castro, Arthur Ohlweiler, Alberto Görgen, Angélico Cabanellos, Rodolfo Pilz, Edwino Fensterseifer, Heugênio Heberle, Artur Pilz, Arno Dahmer, e Alberto Brenner. Os bonretirenses, porém, não alcançaram os objetivos desejados.

Enfim, em uma reunião realizada em 28 de fevereiro de 1957 e presidida pelo Senhor Mário Ribeiro, ficou decidido por unanimidade, dar início ao movimento pró-emancipacionista de Bom Retiro do Sul, constituindo-se uma Comissão assim formada: Mário Ribeiro, Dr. Ângelo Pivatto, Marino Almiro Koller, Osvaldo Görgen, José Luiz Gerhardt, Marino Ribeiro, Leandro Lampert e Donato de Souza Reis.

Esse movimento foi corado de êxito e finalmente o povo de Bom Retiro do Sul viu seu sonho tornar-se realidade, pois a emancipação política deu-se a 31 de janeiro de 1959, pela Lei nº3.704, sancionada pelo Governador do Estado, Engenheiro Ildo Menegheti .

A Instalação Oficial do Município de Bom Retiro do Sul deu-se em 1º de junho do ano de 1959.
Relação Nominal dos Prefeitos e Vice-Prefeitos
1º Administração (1959 – 1964)
Prefeito: EDGAR SILVESTRE DREHMER
Vice-Prefeito: PAULO MAC MANNIS
2º Administração (1965 – 1969)
Prefeito: HERBERT BRACKMANN
Vice-Prefeito: ABILIO BORCHARDT
3º Administração (1970 – 1973)
Prefeito: MARIO RIBEIRO
Vice-Prefeito: EGON HARRY LIPP
4º Administração (1974 – 1976)
Prefeito: EGON HARRY LIPP
Vice-Prefeito: CARLOS ALBERTO HERMANN
5º Administração ( 1977 – 1982)
Prefeito: CARLOS ALBERTO HERMANN
Vice-Prefeito: ADROALDO DE FRANCESCHI
6º Administração 1988)
Prefeito: ANTÔNIO EDGAR CHILELLA
Vice-Prefeito: PAULO RENATO LEONHARDT
7º Administração (1989 – 1992)
Prefeito: SEBASTIÃO JURANDI CÉSAR
Vice-Prefeito: EDGAR BORBA DE AGUIAR
8º Administração (1993 – 1996)
Prefeito: ANTÔNIO EDGAR CHILELLA
Vice-Prefeito: CARLOS THEOBALDO GEWEHR
9º Administração (1997 – 2000)
Prefeito: PEDRO AELTON WERMANN
Vice-Prefeito: NILSON JOSÉ DE OLIVEIRA
10º Administração (2001 - 2004)
Prefeito: PEDRO AELTON WERMANN
Vice Prefeito: PAULO ANDRÉ EIDELWEIN
11º Administração (2005 – 2008)
Prefeito: PAULO ANDRÉ EIDELWEIN
Vice-Prefeito: CELSO PAZUCH
12º Administração (2009-2012)
Prefeito: CELSO PAZUCH
Vice-Prefeito: CLÁUDIA RIBEIRO KOHLER
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Histórias familiares:História do Sobrenome da Familia Augustin
Publicado por: Roberto Emilio Müller em 17 de Jun de 2011 22:39

História do Sobrenome da Familia Augustin - Website da Familia Müller

digitalizar0007 - Website da Familia Müller

digitalizar0008 - Website da Familia Müller

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Importante:Jacob Augustin homenageado com nome de rua em Brochier, RS, Brasil
Publicado por: Roberto Emilio Müller em 30 de Out de 2010 07:20

LEI Nº 1.205, DE 1º DE JULHO DE 2009.

Denomina vias públicas.

O PREFEITO MUNICIPAL DE BROCHIER, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo artigo 61, inciso IV da Lei Orgânica do Município.

Faço saber que a Câmara Municipal aprovou e eu sanciono a seguinte Lei:

Art. 1° A via pública que liga os municípios de Maratá e Poço das Antas passa a denominar-se ESTRADA JACOB AUGUSTIN no trecho que abrange a zona urbana do distrito de Linha Pinheiro Machado.

Art. 2º A via pública existente dentro da zona urbana do distrito de Linha Pinheiro Machado, a partir da bifurcação formada junto à praça com a Estrada Jacob Augustin, e segue em direção à sede do Município de Brochier, passa a denominar-se RUA OSVINO RASCHE.

Art. 3º A via pública existente dentro da zona urbana do distrito de Linha Pinheiro Machado, que parte da Estrada Jacob Augustin, junto à praça, e segue em direção à localidade de Linha Tigre, passa a denominar-se RUA OSVINO BECKER.

Art. 4º Integram a presente Lei, independente de transcrição, as biografias dos homenageados e o mapa de localização.

Art. 5° Esta lei entra em vigor na data de sua publicação.

GABINETE DO PREFEITO MUNICIPAL DE BROCHIER, 1º DE JULHO DE 2009.

Registre-se, e Publique-se:

Data Supra ARI JORGE KERBER

Prefeito Municipal

CLÓVIS AUGUSTO KERBER

Secret. Munic. Adm. e Fazenda

ANEXO À LEI Nº 1.205, DE 1º DE JULHO DE 2009.

BIOGRAFIA DOS HOMENAGEADOS

JACOB AUGUSTIN

Em 1866, como primeiro colonizador alemão, veio a “Frankreich” a família Augustin.

Jacob Augustin, filho de Paul Augustin e Regina Schäffer, mudou-se de “Teewald” (hoje Dois Irmãos), para a região de Montenegro. Comprou duas colônias de terra dos irmãos Brochier por 200 mil réis. Este foi o início da colonização de “Neu Frankreich”. Mais tarde, Jacob comprou terras no Morro de Montenegro de Antônio de Abreu. Mudou-se para lá e deixou seu filho Christoph Augustin nas terras de Frankreich, hoje Linha Pinheiro Machado. A colônia adquirida limitava com a Estrada Pinhal até terras da família Ziech e até o arroio. Construiu a primeira casa, que hoje pertence aos herdeiros de Rudolfo Kaplan e Olinda Elsa Augustin.

Jacob Augustin nasceu em 10 de maio de 1832, em Dois Irmãos e era casado com Dorothea Koch, também nascida em Dois Irmãos, em 06 de dezembro de 1832. Os dois moraram na casa de sua filha Maria Luiza Augustin e Jacob Krug, em Costa da Serra.

Jacob morreu em 16 de novembro de 1915 e Dorothea em 24 de abril de 1903. O casal teve 10 filhos:

1.Jacob Augustin;

2.Elisabetha Augustin;

3.Cristopf Augustin;

4.Julianna Augustin;

5.Henrique Augustin;

6.Carl Augustin;

7.Regina Augustin;

8.Luíze Augustin;

9.Maria Luiza Augustin; e

10.Gerobina Augustin.

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Genealógia:Fontes de pesquisa
Publicado por: Roberto Emilio Müller em 28 de Out de 2010 18:40

1- Database: Carlos A. Heuser genealogy research - Os nossos antepassados

2- Alemães na Guerra dos Farrapos Por Hilda Agnes Hübner Flores

3. Carlos Hunsch, pg. 230

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Importante:Vera Maria Reis da Cruz recebe a Comenda Osvaldo Vergara da OAB-RS
Publicado por: Roberto Emilio Müller em 25 de Out de 2010 17:38



JORNAL DA ORDEM edição de 13.08.07 - Sessão Magna celebra o Dia do Advogado

Comenda Osvaldo Vergara

A OAB/RS outorgou a Comenda Osvaldo Vergara - destinada aos que honram a classe e por relevantes serviços prestados à instituição -
Vera Maria Reis da Cruz

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Obituários: MARIA MAGDALENA WEBER
Publicado por: Roberto Emilio Müller em 17 de Out de 2010 17:33

AVISO FÚNEBRE E AGRADECIMENTOS

cruz

Comunico que o Deus todo poderoso, chamou a si à eternidade, a minha querida esposa, nossa abnegada mãe

MARIA MAGDALENA WEBER

A falecida nasceu em 28 de março de 1870, em HedelsingenOberamtKannstadt, Württenberg (Alemanha), nascida de Johann David Sommer e de sua esposa LuiseKaroline, nascida Stand.

Aos oito anos de idade, veio para o Brasil, com os seus pais, os quais se fixaram no município de São Sebastião.

Ela casou comigo em 18 de dezembro de 1887. Após morarmos pouco tempo em Maratá Velho, Pareci e Morro da Catarina, viemos em 1895 para a Picada Nova (Newpikade) e desde 1928 moramos em Estação Maratá.

Após muitos anos de sofrimento (de diabetes) e acamada a cerca de 5 anos, veio a falecer em 10 de novembro de 1932, às 03:00 horas da tarde, com a idade de 62 anos 7 meses e 18 dias.

Estão enlutados comigo, 8 filhas, 8 genros, 1 irmã, 5 cunhados e 37 netos.

Desejo expressar os meus sinceros agradecimentos para todos os vizinhos, amigos e conhecidos, pelo carinho e pela ajuda prestada; e, aos Corais “Ginhert”, de Picada Nova e “Immergrin” (Sempre Verde”, de Morro Azul), pelos hinos cantados por ocasião do velório e do sepultamento; bem como agradecer de todo o coração ao nosso Pastor pelas palavras de conforto e consolo proferidas segundo as palavras de Deus; aos coveiros e a todos aqueles que acompanharam a falecida até a sua morada eterna e que enfeitaram o seu túmulo com flores.

Maratá em 26 de novembro de 1932

O marido enlutado

PETER WEBER e filhas.

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