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Boas vindas
O meu nome é Edson Wagner Rodrigues e eu iniciei este site.
O site foi criado usando o MyHeritage.com. Este é um excelente sistema que permite a qualquer um, como você e eu, criar um site privado para sua família, criar sua árvore genealógica e compartilhar fotos de família. Se você tem qualquer comentário ou feedback sobre este site, por favor, clique aqui para entrar em contato comigo.
A nossa árvore genealógica está publicada online neste site! Existem 144 nomes no nosso site de família.
O site foi atualizado em 10 de Out de 2014, e ele tem atualmente 40 membro(s) registrado(s). Se você deseja se tornar um membro também, por favor clique aqui.   Aproveite!

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Notícias da família
Out 10, 2014
Geruza Azevedo Rodrigues adicionou um comentário ao evento 57° aniversário de Edson Wagner Rodrigues:
 Parabéns primo, que Jesus o abençoe sempre! 
Jul 24, 2014
Geruza Azevedo Rodrigues adicionou um comentário ao evento 62ª aniversário de Eliana Rodrigues:
 Parabéns, prima! Que Jesus a abençoe! Muita Saúde, alegria, otimismo, paz e luz! 
Maio 28, 2014
Edson Wagner Rodrigues atualizou o seu perfil.
Maio 22, 2014
Elizete Rodrigues adicionou um comentário ao evento Almoço festivo:
 Vai ser muito bom, rever aquelas pessoas que não vemos há muito tempo!!!! 
Maio 15, 2014
Renata Caparroz Rodrigues Guiné alterou detalhes de <Privado> Caparroz Rodrigues na árvore genealógica Rodrigues Family
Renata Caparroz Rodrigues Guiné acrescentou 3 fotos no álbum Family photos
Visualizar álbum
 
Visualizar slide show
 
Renata Caparroz Rodrigues Guiné atualizou o seu perfil.
Abr 06, 2014
Edson Wagner Rodrigues disse: Foto do centro histórico de Ourense
Edson Wagner Rodrigues acrescentou a foto ourense9vy no álbum Ourense
 
Edson Wagner Rodrigues criou um novo álbum Ourense
Edson Wagner Rodrigues disse: Notícias de Monterrei: http://www.laregion.es/blog/section/monterrei
Edson Wagner Rodrigues disse: Notícias de Ourense: http://www.farodevigo.es/portada-ourense/
Edson Wagner Rodrigues disse: Notícias da Galícia: http://www.lavozdegalicia.es/galicia/
Edson Wagner Rodrigues disse: Nosso avô Eduardo Rodriguez Perez teve como origem Verín, Monterrey, Província de Ourense na Galícia
Edson Wagner Rodrigues disse: En Verín se vive con sentimiento de compartir, con gran humildad
Fev 24, 2014
Eliana Rodrigues Araujo marcou <Privado> Rodrigues em 1 fotos
 
Fev 20, 2014
Edilson Rodrigues convidou Edilberto Rodrigues para o site.
Edilson Rodrigues convidou Eliete Rollemberg de Mello para o site.
Jan 16, 2014
Elizete Rodrigues adicionou um comentário ao evento 51° aniversário de casamento de Thomas Kraft e Suely Gomes de Sa:
 Que boa idéia 51!!!! Felicidades
e continuem assim. É uma benção!!!! Bjs
Elizete 
Jul 01, 2013
Elizete Rodrigues adicionou um comentário ao evento 35° aniversário de casamento de Edson Wagner Rodrigues e Rosana Caparroz:
 E aí Manão???
Parabéns, puxa é uma vida!!! Muitas felicidades, beijos Elizete 
Maio 03, 2013
Elizete Rodrigues adicionou um comentário ao evento 69° aniversário de Edilson Rodrigues:
 Olá Mano tudo bem???? Que idade bonita........kkkkk
Pula para os 70 ou volta para 68. Muitas Felicidades e que você tenha um Feliz Aniversário, junto de todos
os filhos, netos, etc,
Beijão
Elizete 
 
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Artigos de notícias
Mídia:Link com fotos antigas Rodrigues
Publicado por: Edson Wagner Rodrigues em 18 de Out de 2011 14:08

Esse link foi uma contribuição do Edilson, vale a pena

curtir e tentar identificar as pessoas.

Espero que curtam,

http://www.youtube.com/watch?v=9xuYfUQXb5g

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Memórias de famílias:Ser Santista
Publicado por: Edson Wagner Rodrigues em 8 de Jul de 2011 10:18

Ser santista...

mais do que um indicativo do local de nascimento,
É poder entrar na padaria, pedir
duas médias e ter a tranqüilidade de que virão dois pães.
Ali mesmo, naquela padaria ao lado da
linha da máquina, que linha férrea é coisa de pernóstico.
É pegar praia no Joinville e poder dizer,
naturalmente, que mora no Canal 4,
tamanha a identidade urbanística que temos com os canais.

Ser santista é não precisar marcar
encontro com amigos
porque é mais fácil vê-lo numa caminhada na praia,
principalmente no verão,
quando o horário modificado
permite aquele mar de gente aproveitando a natureza
sem vergonha dos prédios tortos da orla.
Ser santista é poder descobrir um cinqüentão, perguntando a ele se chegou
a pular do trampolim da Ponta da Praia .
É lamentar a demolição da casa e
do jardim da Lydia Frederici,
e pelo menos saber que a Pinacoteca,
ali pertinho, hoje está uma beleza, apesar do medo que tivemos
quando virou um esquecido casarão abandonado.

Ser santista é ter saudade do Reciclagem,
e das boas noites de jazz no Bar da Praia.

Todo santista que se preze tem foto no Orquidário,
no leão em frente ao antigo Clube XV
e, se procurar - bem - no baú, vai
encontrar uma foto desbotada e, possivelmente,
ridícula num enorme cisne à beira-mar.
Ah, a praia... é um capítulo à parte.
Sentimos um prazer indescritível ao caminhar
pelo jardim, sem saber se
contemplamos a exuberância do verde
com aquele cheiro gostoso da grama
recém cortada, ou o azul do mar ao fundo.

Ou, mais ao fundo, a
Fortaleza da Barra Grande defendendo
a entrada do estuário, tão ao gosto dos artistas
anônimos que expõem seus quadros
em frente ao Aquário.

Ser santista é comer um churro
em frente aos clubes, e esperar a saída de navios.
De tanto ver navios de passageiros,
para os quais sempre acenamos,
mesmo não conhecendo ninguém (o santista é muito simpático), sentimos um
atavismo quase instintivo de um dia fazer um cruzeiro, por mais breve que seja.

Dali, sentindo forte o cheiro do mar,
vemos o sol se esconder atrás da
Fortaleza de Itaipú, prateando todo o mar da baía,
lembrando a época dos
passeios com a ''Loirinha''.

Santista que se preze tem um refúgio na
montanha, para que, em janeiro, se possa emprestar a cidade aos turistas.
(não somos egoístas) e fugir do calor melado.
Não por acaso temos, como
uma de nossas filiais, Santos do Jordão.

E cuidado na estrada: santista
não gosta quando mexem nas mãos
da Anchieta/Imigrantes, porque o critério é
sempre penalizá-lo. Paciência, às vezes abusam
dessa história da gente viver na terra
da caridade e da fraternidade

O santista legítimo jura de pé junto que existe,
sim um jacaré na Lagoa da Saudade,
e sente falta das quermesses tranqüilas
do Morro da Nova Cintra.
Pela escadaria de outro morro, o Monte Serrat,
muitos já pagaram promessas.
Ele sabe que D. Dorotéia não foi uma simples senhora que furou aquela onda,
e lembra perfeitamente quem foi o Zé Macaco .
Além disso, tem na família pelo
menos uma tia velha que acordou assustada naquela
longínqua madrugada quando explodiu o gasômetro.

O santista está radiante com a reinauguração
do Coliseu, e gosta de tomar café na Bolsa de Café,
porque sabe seu valor. Ali, respira-se a pompa e a
riqueza que o café nos legou - um orgulho que não se transmudou em arrogância
(lembrou de algum vizinho?),
mas um orgulho sereno,
profundo e respeitoso de quem se sente bem
em poder continuar, de alguma forma,
o trabalho dos nossos antepassados.

Seguramente, não foi por nada disso
que meu avô, lá pelas bandas de 1890,
fez desse porto de escala seu destino final.
Foi pela certeza cega e inexplicável -
que temos até hoje-de que ,como diz a canção,
o melhor lugar do mundo é aqui. E agora.
Esse texto, que está rolando pela internet, foi escrito por Mário Roberto Negreiros Veloso,
que é juiz de Direito em Santos e escritor.
Eu acrescentaria os seguintes comentários:
Ser Santista também é ter tomado muitos,
mas muitos mesmo,
"chopps" no Heinz e adjacências!
É ter frequentado o Colégio Canadá ou Colégio Santista. Ou pelo menos ter algum amigo ou
alguém da família que lá estudou!
É ter dançado no Juá, aliás o melhor
lugar para dançar
agarradinho que já existiu!
É ter frequentado Sírio, Inter, Humanitária, Heavy Metal e
tantos outros lugares porretas
para sair atrás da mulherada e ouvir um rock'n'rol!
E, por último:
é amar esta cidade loucamente até o fim da vida!

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Histórias familiares:Guilherme Wagner
Publicado por: Edson Wagner Rodrigues em 6 de Nov de 2010 20:35

Em Santos tinha uma pequena fabrica de fogões a carvão ou lenha, onde trabalhava muito, auxiliado pelos filhos. A produção era vendida pelas ruas de Santos numa carroça puxada pelo vo Guilherme.

As fabricas ou Oficinas (e também residências) foram na Rua Rio de Janeiro, no Campo Grande e na Rua Marechal Pego Junior, 57 na Vila Mathias

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Histórias familiares:Santos, a cidade da nossa família
Publicado por: Edson Wagner Rodrigues em 1 de Nov de 2010 14:03

Santos a cidade que recebeu nossos avós tanto paternos quanto maternos. Eduardo Rodriguez Perez (data a ser confirmada pelo memorial do Imigrante) e Dolores Martins chegaram como imigrantes no porto de Santos vindos da Espanha, também Maria Irene Fernandes e Guilherme Wagner chegaram no dia 25/12/1911 para serem colonos numa fazenda em Bariry, ela a vó Maria natural da Espanha, Rosal de La Frontera, ele o vó Guilherme vindo da Áustria talvez no mesmo navio conforme memórias contatas por nossa avó. Casaram em Bariry e após o nascimento de Helena em Jaú na Fazenda Jacutinga em maio de 1918 voltaram a Santos. O destino uniu os filhos desses casais na cidade de Santos. Eduardo Rodrigues Junior e Helena Wagner Rodrigues se conheceram e constituíram a nossa família, e é com muito orgulho que podemos reconstituir esse passado.

É por esse motivo esse vídeo da cidade de Santos tem um sabor a mais, faz parte das nossas vidas

http://www.youtube.com/watch?v=3Jsm--XyM6E

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Histórias familiares:EDUARDO RODRIGUES PEREZ
Publicado por: Edson Wagner Rodrigues em 21 de Out de 2010 21:12

Nasceu em Vences, uma Aldeia ou Paróquia do Concelho de Monterrei, Comarca de Verin, Provincia de Orense, na Galícia – Espanha. Fica bem próxima de Portugal, sendo que o sul de Monterrei faz divisa com Portugal.

Foi batizado e registrado na Paróquia de Santa Eulália, em Vences.

Consta que foi soldado do exercito espanhol. Talvez tenha servido no Castello de Monterrei.

Veio para o Brasil, já casado com Dolores Martins Rodriguez e com uma irmã dele: Pura. Ficou na Espanha outro irmão: Manoel. Essa irmã depois de alguns anos voltou para Espanha.

No Brasil, morou em Santos na Av. Ana Costa, 13 e trabalhou na Cia. City de Eletricidade.

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