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Site de família PremiumPlus
Boas vindas

Olá,

seja bem vindo(a) ao website FAMÍLIA SUL-RIO-GRANDENSE !

Essa é uma rede social que busca conectar os "viventes"com seus parentes e suas raízes. Se você aparece na árvore desse site,  tem boas chances de descobrir coisas interessantes sobre seus ancestrais, como de onde vieram, onde viveram, o que faziam, etc. Como disse S. Kierkegaard  "a vida deve ser vivida olhando para frente, mas só pode ser compreendida olhando para trás".

O site foi criado usando o MyHeritage.com. Se você tem qualquer comentário ou feedback, por favor, clique aqui para entrar em contato comigo. Importante: apenas membros do site poderão consultar os detalhes do seu conteúdo.

Sobre a amplitude da pesquisa genealógica, defini da seguinte forma: ILIMITADA para meus antepassados diretos e ATÉ O QUINTO GRAU considerando outras relações indiretas (até primo segundo, neto do primo e filho do tio-bisavô). Em algumas relações com antepassados mais antigos onde constam dúvidas, utilizo o prenome "(hipótese)". As fontes eu registro no programa PAF e estão disponíveis para quem me consultar.

 A nossa árvore genealógica está publicada online neste site! Existem 725 nomes no nosso site de família. O primeiro evento é o nascimento de (hipótese) Rei Afonso III (5 de Maio de 1210). O evento mais recente é o falecimento de Clara Maria Grazziotin (23 de Jul de 2013).

O site foi atualizado em 18 de Out de 2014 e  já tem 42 membros registrados. Se você deseja se tornar um membro também, por favor clique aqui.  

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Tito A. Rossi Filho

  


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Notícias da família
Out 18, 2014
Um membro do site afiliou-se à outro site familiar: do Amaral
Out 13, 2014
Um membro do site convidou Um membro do site para o site.
Set 21, 2014
Um membro do site adicionou um comentário ao evento 45° aniversário de Tito Armando Rossi Filho:
 Obrigado!!! 
Um membro do site adicionou um comentário ao evento 55° aniversário de Eloisa Rossi:
 Parabéns pelo aniversario, Ziza !!!
Desejamos muitas alegrais e tudo de bom para ti!!!
Um grande abraço!!!
Sinho, Made e Carlo. 
Set 20, 2014
Um membro do site adicionou um comentário ao evento 12° aniversário de casamento de Decio dos Reis Ribeiro e Angela Nicola:
 Parabéns queridos cunhados e compadres!!!!
Muitos e muitos anos de felicidades para vocês!!!!
Abraços , com carinho,
Made, Sinho e Carlo. 
Um membro do site adicionou um comentário ao evento 45° aniversário de Tito Armando Rossi Filho:
 Um forte abraço pelo teu aniversário!!!!
Muitas , muitas felicidades para ti!!!

Sinho, Madelone e Carlo. 
 
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Artigos de notícias
Genealógia:Brás Cubas, um dos nobres antepassados
Publicado por: Tito Rossi em 8 de Jul de 2014 14:43

Brás Cubas, nascido em 1507 na cidade de Porto, Portugal, chegou a ser o maior proprietário de terras da baixada santista. Ele veio ao Brasil na expedição de Martim Afonso de Souza, em 1531. Recebeu vários títulos de nobreza. Ao falecer, em 1592, era fildago da Casa Real e um dos homens mais respeitados da Capitania.

No mesmo ano que Brás Cubas faleceu, aos 85 anos, nasce o seu trineto Paulo de Proença de Abreu. Paulo fez assento na vila de Parnaíba, onde ocupou cargos públicos, inclusive o de juiz ordinário e de órfãos. Seu filho, foi o capitão Tomé de Lara de Abreu, nascido em Sorocaba.

Passaram-se mais algumas gerações, e o neto do cap. Tomé, nascido em Itapetiininga, veio a casar com uma gaúcha, Joana Pires de Almeida, nascida em Triunfo. Os dois vieram a morar na Vila Conceição, São Sebastião do Caí, antiga comunidade de Santana do Rio dos Sinos, onde uma de suas filhas foi Maria Bernardina Ferrás de Abreu e onde várias gerações seguintes lá cresceram.

A Bernardina era bisavó de Otilia Hoff Cerveira (minha avó materna).

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Histórias familiares:Histórias sobre o Capitão Thomé #1
Publicado por: Tito Rossi em 19 de Jul de 2012 20:34

Histórias sobre o Cap. Thomé Pires Cerveira

Parte #1

As histórias sobre o capitão Thomé Pires Cerveira, meu trisavô, mereceriam um livro. Não só mereceriam, como um dos seus descendentes o escreveu! Uma bela obra, por sinal, que conta várias histórias dele, mas também as de outros antepassados. Ler essas histórias não é apenas uma curiosidade sobre a origem de alguns de nós, mas uma real lição sobre a formação de nossa terra.

Começo com um trecho do livro de Duclece Pires, cujo nome é "Os Provisórios - A Saga dos Pires Cerveira".

Tito A. Rossi Filho

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A Segunda Geração

O falecimento de Maria Hygena, deixou o capitão Thomé muito desolado, ela foi a sua leal companheira por mais de meio século, mesmo com seus 73 anos de idade, mostrava há ainda muita vida, notadamente pelo seu porte esguio e seus enormes olhos verdes, que através do brilho forte, destacava a imagem de sua presença como esposa e mãe dedicada.

Possuía uma personalidade pacificadora e um grande senso de justiça, qualidades que sempre a notabilizaram, frente as contendas em que se via envolvidos seu marido capitão Thomé Pires Cerveira, revolucionário ou bem destinados pela causa da consolidação das fronteiras do império do Brasil e na unificação da província Rio-grandense, em constantes movimentos separatistas, reminiscências da revolução Farroupilha, que perdurou até mesmo depois do começo do século XX.

Narciso Pires Cerveira e José Pires tiveram atuação nas campanhas legalistas no começo do século XlX, porém com o surgimento dos ideais separatistas liderados por Bento Gonçalves, Onofre Pires e outros, colocaram sua tropa provisória a serviço dos Farroupilhas, defendendo as vastidões dos campos de baixo da serra e sempre e sempre que a ordem era restabelecida, voltavam para suas propriedades, onde novos preparativos a eram feitos para reorganizar o arsenal e descanso da tropa.

Foi neste agitado período de beligerância que os primos Thomé e Ernesto viveram suas infâncias, de certo modo, participaram dos acontecimentos estando na retaguarda, com as lidas em todas as frentes dos trabalhos das fazendas. Terminada revolução Farroupilha, os então ainda jovens, Thomé e Ernesto, recebiam uma educação cuidadosa, de acordo com os costumes culturais trazidos de tempos imemoráveis, o padre da paróquia da freguesia da Conceição foi o principal artifície nesta empreitada, ensinando as letras, a matemática, as leis constitucionais e a fé cristã, que foram a base sólida da carreira de defensores da pátria, na campanha da guerra do Paraguai ali tiveram destacada participação recebendo as patentes de oficiais da guarda nacional e do exército de sua majestade imperial.

O capitão Thomé Pires Cerveira e o primo tenente Ernesto Pires, retornaram da guerra, depois de terem permanecido por 2 longos anos nos campos de batalha da mais hedionda e sanguinária guerra do sul da América. Os jovens veteranos tinha deixado mulher e filhos antes de partir para a guerra, e ao retornarem a apresentavam um amadurecimento profundo, e nas suas antigas idéias separatistas, uma nova visão muito mais robustecida a, onde se projetava o verdadeiro ideal.

A realidade frente aos ideais, tinha tomado outro rumo. As marcas da guerra atingira impiedosamente o íntimo de seus sentimentos, devido às barbáries praticadas em nome da tríplice aliança. As décadas seguintes não foram diferentes, fervilhavam em todos quadrantes do império movimentos armados com os mais variados motivos, o mais importante de todos, sem dúvida, foi o movimento abolicionista, o qual ganhou força com os acontecimentos da campanha do Paraguai.

No sul, as rixas entre as facções políticas dominantes, ainda estavam fortes, os mais influentes era os republicanos e os federalistas e, que viviam em constantes confrontos nas coxilhas do pampa. Os Pires, como os senhores de escravos, a eram portanto, ferrenhos escravocratas. Nas suas senzalas, praticavam-se toda sorte de despotismo bárbaro. Quando algum escravo cometia uma falta qualquer, era punido severamente pelo feitor que, quase sempre, abusava de sua autoridade, à revelia do conhecimento dos senhores da fazenda, usando dos mais torpes instintos de requintada crueldade.

O feitor da fazenda do cadeia era o Gaudêncio, sargento-mor da tropa provisória do capitão Thomé; e o Juvêncio, era feitor da fazenda do cafundó, ajudante de ordens do tenente Ernesto Pires quando partiu em missões revolucionárias.

Homens como Thomé e Ernesto foram na guerra do Paraguai acostumados às práticas de crueldade arbitrárias e repugnantes nos campos de luta, tinham como o código de guerra trazido das batalhas fraticidas de Cerro Corá, a prática do extermínio de seus indefesos prisioneiros, os quais após cavarem enormes valas, eram colocados de pés, e em filas, rentes aos valetões cavados, com as costas viradas para as mesmas, de mãos amarradas para trás, despojados de suas roupas, para que ficassem atentos ao olhar os seus derradeiros momentos. Uma carga de cavalarianos, brandindo espadas, arremessavam-se em disparada contra os infelizes, na evolução das lâminas, por movimentos marciais, ao som de gritos histéricos, praticava uma sanguinária degola em massa, e nos estertores da vida, os corpos iam caindo diretamente para dentro das valas. Depois muitas vezes ainda com vida, eram cobertos com terra.

Tinham por hábito deixar sempre um prisioneiro vivo, assistindo aquela atrocidades, para depois, então receber um castigo bastante cruel, mas que ainda lhe sobrassem condições de sobrevivência para, ao ser solto e mandada embora, contar tudo aos outros. Servindo de exemplo a não mais retornarem por aquelas bandas com a missão de saquear propriedades acobertados por alguma facção revolucionária. Também cultivavam o requinte do extermínio em massa de seus prisioneiros, com isso deixavam de ser uma carga incômoda, além de claro, servia de advertências com um modelo inapelável nas decisões de julgamento para com o inimigo vencido.

As crueldades eram alimentadas por uma escala sem limites, crescendo na medida em que outras iam acontecendo ao sabor de uma ferocidade incontrolável, consumindo, aos poucos, o sentimento e razão para dar lugar a um ser hediondo. Na verdade, Thomé e Ernesto foram homens forjados na coragem dos pioneiros desbravadores, cujos valores de bravos combatentes ficou demonstrado nos renhidos combates da guerra do Paraguai, onde conquistaram o respeito e o reconhecimento de seus comandantes pelas lideranças de ambos no cumprimento de dever, ao retornar da guerra reorganizar um grupo que formava pequena força provisória, remanescente do tempo de seus pais, Narciso e José, cujos feitos fizeram a história de nossa ancestralidade.

Pires, Duclece, Os Provisórios - A Saga dos Pires Cerveira, Edição Independente, 1997

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Histórias familiares:A História dos 2 Ramos Familiares que se Separaram em SP
Publicado por: Tito Rossi em 8 de Jul de 2012 19:35

Caxias do Sul, 8 de julho de 2012

Escrevo esse primeiro artigo aqui no nosso site contando uma história famliar. As histórias dos imigrantes são muito interessantes, sendo que algumas foram devidamente documentadas por genealogistas que se dedicaram a deixar um legado da origem de nossa terra. Outras histórias cabe a nós registrar, aproveitando da memória dos "mais antigos" que tiveram a oportunidade de presenciar fatos interessantes ou mesmo escutar velhas histórias.

Hoje o meu padrinho "Antoninho" nos presenteou com uma história que eu não conhecia e achei muito interessante. Minhas pesquisas de anos atrás me levaram a saber de onde exatamente o imigrante Tito Rossi veio na Italia, quando ele nasceu , quando casou, o nome dele completo, a profissão, e quando morreu, enfim, tudo já registrado nesse site. Mas os detalhes da chegada nele do Brasil merecem ser registrados aqui, através dessa história contada por Antoninho.

Com a morte do pai de Tito Rossi, o irmão mais velho dos 6 assumu a "herdade" (terras) e então os irmãos se viram forçados a trabalhar na cidade. Dois deles, entre ele os o Tito, diante de uma situação econômica desfavorável na Italia, combinada com a falta de perspectivas e a situação ruim que ficaram após a morte do pai, decidiram seguir com outros para a aventura na "America"!

Custeados pelas 3 irmãos já casadas, imigraram inicialmente para São Paulo, onde montaram um negócio. Foi que tiveram muito provavelmente o primeiro negócio da família em terras brasileiras: uma padaria.

Algum tempo passou e após algum grande desentendimento e circustâncias que ainda são uma incógnita, o Tito acabou decidindo ir morar num lugar do Brasil de que ouvira falar ser muito bom, onde o solo era fértil e haviam muitos italianos: Caxias do Sul. Começava aí a saga de Tito em nossa terra e a origem de nossa famíla.

Ainda segundo o Antoninho, um dos filhos do Tito, o Mario Rossi, chegou a tentar contato com o irmão de Tito que permaneceu em São Paulo, porém sem sucesso. Teria até tentado "recursos superiores", chegando a ir uma vez com o Padre Giordani de Caxias.

A família, até onde me consta, nada mais sabe do paradeiro deste lado paulista que perdemos contato. Fica a grande incógnita, inclusive o nome do irmão do Tito, a ser desvendada por algum curioso como eu, algum dia no futuro. E quem sabe assim os seus descendentes voltem a de alguma forma juntar esses laços que foram desatados no passado.

O bisneto que leva o mesmo nome,

Tito Armando Rossi Filho

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