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Família Araujo A palavra Araújo é oriunda do complexo lingüístico galego-português, formado pelo antigo falar do português do Norte e pelo galego. Também se escreve Araujo e significa "argueiro". Possivelmente Rodrigo Anes de Araújo, senhor do Castelo de Araújo, na Galiza, foi o primeiro a adotar o apelido Araújo; e seu bisneto Pedro Anes de Araújo se passou para o Reino de Portugal, em torno de 1375, tendo sido o primeiro Araújo de Portugal. A evolução histórica do português do Norte e do Galego deu origem ao moderno português.A origem desta família não é bem conhecida, pois se lhe atribuem diversas: os Azaz, os Maias, o francês João Tiranoth, e outras. Rodrigo Aires de Araújo casou com Dom Maior Álvares de Aza, sua parenta, filha de D.Rodrigo Álvares de Aza e de sua mulher, D.Maria Pires de Ambia, casamento que Manso de Lima considera improvável. Deste Rodrigo Anes descenderam os Araújo de Galiza, onde foram senhores de muitos lugares, Vasco Rodrigues de Araújo e de sua mulher, o qual era neto do primeiro Rodrigo Anes, passaram aPortugal, cujos reis serviram e foram progenitores das famílias destes apelidos existentes no Minho ou desta província derivadas. O Bispo de Malaca, D.João Ribeiro Gaio, dedicou aos "Araújo", esta quintilha: Através de Bitorinho tem sepulcros já gastados Araújo afamados na terra que rega o Minho, antigos, abalisados. Manuel de Sousa da Silva escreveu a seguinte: Lá de Lobios de Galliza Vieram para Lindoso Os de grêmio valoroso de Araújo por guiza Que foi cá mui poderoso. Armas As armas usadas em Portugal, são: de prata, com aspa de azul carregada de cinco besantes de ouro posta em aspa. Timbre: meio mouro, sem braços, vestido de azul e fotado de ouro ou a aspa do escudo. Os Araújo, alcaides-mores de Lindoso, usaram talvez armas diversas, semelhantes às dos Veloso." Fonte-http://araujo-borges.blogspot.com.br/


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Histórias familiares:FRANCISCO DE BORJA GARÇÃO STOCKLER
Publicado por: WELFARE JOELE PINTO em Jul de 27 de 2017 16:51

FRANCISCO DE BORJA GARÇÃO STOCKLER (Lisboa, 25 de Setembro de 1759Faro, 6 de Março de 1829) foi um nobre, militar e administrador colonial português. Primeiro e único barão da Vila da Praia, alcançou o posto de tenente-general do Exército Português, 8.º capitão-general dos Açores, político e matemático. Foi um dos pioneiros do cálculo diferencial e um dos mais notáveis historiadores da Matemática em Portugal, autor de uma obra que ainda mantém relevância quase dois séculos após a sua publicação. Demonstrando grande erudição, também se dedicou à poesia e à literatura.

Índice

Biografia

Francisco de Borja Garção Stockler era filho de Cristiano Stockler, grande comerciante, natural de Lisboa, cavaleiro da Ordem de Cristo, e de sua mulher, D. Margarida Joséfa Rita de Orgiens Garção de Carvalho. Era neto paterno de Christian Stockler, natural de Hamburgo, homem de negócios estabelecido em Lisboa nos princípios do século XVIII onde representava os interesses de comerciantes das antigas cidades hanseáticas.

Garção Stockler casou, a 3 de Janeiro de 1796, com D. Inês Gertrudes de Mendonça e Moura, filha de D. João Francisco de Moura, cavaleiro da Ordem de Cristo e escrivão da Mesa Grande da Alfândega de Lisboa, e de sua mulher, D. Ana Catarina da Silva e Távora, de quem teve vários filhos. Tendo esta falecido em 1835, casou com D. Maria Margarida Stockler, sua sobrinha, filha de António Xavier Stockler, e de sua mulher D. Rita Inácia de Brito Lambert, não deixando descendentes desse casamento.

Ao longo da sua carreira Garção Stockler, apesar das inimizades e do período conturbado em que viveu, coincidente com as invasões francesas e com o dealbar do liberalismo, granjeou um impressionante acervo de títulos e cargos: fidalgo cavaleiro da Casa Real; do conselho de el-rei D. João VI, comendador da Ordem de Cristo, tenente general do exército, secretário e conselheiro do Conselho Ultramarino, governador do Algarve, governador e capitão general dos Açores; Secretário das Imediatas Resoluções do Rei relativas ao Exército; membro da Junta do Código Criminal Militar e da Junta convocada para a formação do projecto da Carta Constitucional em 1823; lente de matemática na Academia Real de Marinha; deputado da Junta de Direcção da Academia Militar do Rio de Janeiro, secretário da Academia Real das Ciências de Lisboa e sócio da Sociedade Real de Londres, para além de outras honras e cargos.

Por decreto de 29 de Setembro de 1823, de D. João VI, rei de Portugal, Francisco de Borja Garção Stockler foi feito barão da Vila da Praia em reconhecimento do seu desempenho enquanto governador e capitão-general dos Açores. O título foi concedido por uma vida, tendo sido seu único titular.

O tenente-general Francisco de Borja Garção Stockler, 1.º barão da Vila da Praia, faleceu no Algarve. Aquando da sua morte Stockler exercia o cargo de Governador das Armas do Algarve, nomeado por D. Miguel I.

Carreira académica

Destinado à carreira das armas, Garção Stockler cedo ingressou no Exército, seguindo o normal percurso da oficialidade da época. Em 1784, já com 25 anos e com a patente de capitão, matriculou-se na Universidade de Coimbra, onde cursou Matemática. Obtido o grau de bacharel, foi nomeado lente da Academia Real de Marinha, iniciando aí um distinto percurso de investigação na área dos limites e do cálculo diferencial, então uma nascente área do conhecimento.

Pouco depois da sua nomeação para lente de Matemática na Academia Real de Marinha, Garção Stockler foi eleito membro da Academia Real das Ciências de Lisboa, iniciando um intenso labor académico do qual resultaram numerosas publicações insertas, a partir de 1791, nas Memórias da Academia. Essas publicações lidavam essencialmente com a teoria dos limites e com as temáticas que hoje vulgarmente se designam por cálculo diferencial, mostrando que estava a par dos mais recentes trabalhos que nesta matéria então se publicavam na Europa.

A sua actividade académica granjeou-lhe notoriedade suficiente para ser nomeado para o cargo de secretário da Academia, cabendo-lhe a elaboração do elogio de diversas personalidades do meio académico e político, entre as quais Pascoal José de Melo Freire dos Reis, José Joaquim Soares de Barros e Vasconcelos, Roberto Nunes da Costa, Martinho de Melo e Castro, Bento Sanches de Orta e Guilherme Luís António de Valleré. Alguns destes elogios históricos foram posteriormente publicados pela Academia e outros pelo autor, nas suas Obras Completas, das quais saíram os volumes I e II (em 1805 e 1826, respectivamente).

Também escreveu o elogio d’Alembert, inspirado no que havia sido escrito pelo marquês de Condorcet, demonstrando bem conhecer os trabalhos dos pensadores franceses coevos.

Numa honra raramente concedida a cientistas portugueses, Garção Stockler foi eleito a 1 de Abril de 1819 para membro correspondente ("Foreign Member") da Royal Society de Londres, numa proposta subscrita, entre outros, por John Rowley e S. R. Chapman.

A Guerra das Laranjas e as invasões francesas

Garção Stockler participou, sob o comando do marechal general D. João Carlos de Bragança Sousa e Ligne, 2.º duque de Lafões, nas campanhas de 1801 contra as forças invasoras do Príncipe da Paz, a famigerada Guerra das Laranjas. Stockler foi secretário militar do duque, de 1797 a 1801, e parece ter tido um papel importante na condução das operações, ficando o seu nome ligado ao estrondoso fracasso das forças portuguesas. Apesar disso, ou talvez por causa disso, foi nomeado para diversos cargos de importância, entre os quais para vogal do Conselho Ultramarino e membro da Junta do Código Criminal Militar.

Mais tarde, na sua obra Cartas ao autor da História Geral da Invasão dos Franceses em Portugal, publicada em 1816, tentou explicar as suas acções durante as invasões francesas e apresenta pormenorizadamente as propostas do marechal general e a sua interpretação dos factos que levaram à derrota portuguesa.

Quando em 1807 as forças francesas comandadas pelo general Junot entram em Portugal e a corte se retira para o Brasil, Stockler ainda exercia as funções de secretário da Real Academia das Ciências, sendo um dos dignitários que, em nome da Regência do Reino, se dirigiram a Sacavém para saudar o general invasor. Esta atitude, e ainda o facto da Academia haver de imediato eleito Junot para sócio, emitindo um diploma que, acompanhado por um discurso laudatório, foi entregue a Junot por Stockler, enquanto secretário da mesma, granjearam-lhe fama de colaboracionista, ao mesmo tempo que o colocavam na confiança dos franceses.

Aceitando de Junot o comando da bateria da Areia, próximo a Belém, que entrou em acção para impedir a saída de navios portugueses que pretendiam refugiar-se no Brasil, Stockler deu provas de verdadeiro colaboracionista, o que levou a que, após a retirada francesa, a Regência lhe retirasse todos os cargos e privilégios.

Na sequência de um requerimento em que Stockler, que já então era brigadeiro, pedia a reintegração, o conde de Linhares, Ministro do Príncipe Regente no Brasil, enviou ao presidente da Regência do Reino um ofício que bem demonstra a desconsideração em que havia caído: — Ex.mo e Rev.mo Sr.Tendo levado à augusta presença de Sua Alteza Real o príncipe regente nosso senhor a carta inclusa e mais papéis do brigadeiro Francisco de Borja Garção Stockler, cujos talentos militares verificados na campanha de 1801, são assaz constantes ao mesmo senhor, em cuja real presença é além disto mui pouco acreditado pela missão em que foi mandado a Junot, e depois pelo comando da bateria da Areia junto à Torre de Belém, donde barbaramente fez atirar sobre navios portugueses, que se faziam à vela para saírem do Tejo; contudo Sua Alteza Real ouvindo os sentimentos da sua incomparável justiça e piedade, é servido que os governadores do reino informem, interpondo o seu parecer e depois de ouvir o marechal general ou o marechal general do exército se haverá algum lugar activo em face do inimigo, onde o suplicante possa ser empregado, e neste caso o proponham para esse posto, a fim de que se verifique se ele tem realmente grandes talentos militares, ou se nesta matéria como nas outras se avalia muito além do que vale; o que é assaz conhecido quando, como matemático, quis associar-se ao tão justamente célebre Lagrange. — Palácio de Santa Cruz, em 25 de Novembro de 1809.Conde de Linhares.

A acusação de colaboracionismo com as forças francesas, e de incompetência militar na campanha da Guerra das Laranjas, surgiu publicada na História Geral da Invasão dos Franceses, de José Acúrsio das Neves, desencadeando uma longa polémica pública, tendo Stockler respondido numa obra intitulada Cartas ao autor da História Geral da Invasão dos Franceses em Portugal, que a Academia se recusou a publicar, mas que foram publicadas pelo autor. A polémica não se esgotou com esta publicação, prosseguindo pela via epistolar, tendo Stockler publicado as cartas no Investigador Portuguez.

Contudo, apesar dos ódios e incompreensões, conseguiu a reintegração e a promoção a marechal-de-campo, recomeçando, contra todas as probabilidades a sua carreira.

A estadia na corte do Rio de Janeiro

Em 1812 parte para o Brasil, ingressando na corte e reconquistando, com notável rapidez, ao que se diz pelas suas qualidade intelectuais, a confiança do Governo e do príncipe regente.

Garção Stockler ainda residia no Rio de Janeiro aquando, por morte da rainha D. Maria I, o príncipe regente D. João foi aclamado rei com o título de D. João VI. Coube-lhe então, em nome da Academia Real das Ciências de Lisboa, produzir um Discurso dirigido em nome da Academia Real das Ciências a Sua Majestade o Senhor D. João VI, por ocasião da sua exaltação ao trono, que foi publicado no tomo VI, parte I, das Memórias da Academia.

Para além do seu labor académico enquanto matemático, Garção Stockler também se interessou pela poesia, escreveu uma obra poética, a que chamou Poesias Lyricas, constando de odes horacianas, salmos traduzidos e de um poema filosófico, Aves, que fora principiado pelo poeta brasileiro Sousa Caldas. Numa clara manifestação de erudição, Stockler incluiu no volume uma dissertação sobre o ritmo na poesia hebraica.

Submetida à Academia, a obra foi considerada, por parecer emitido em 1819, como violando a ortodoxia católica, ventilando ideias consideradas paradoxais. Stockler não aceitou modificar a obra, recorrendo à sua publicação em Londres. Em resultado, a obra foi efectivamente condenada, mais tarde, em Roma, por decreto da Sagrada Congregação do Index, de 23 de Junho de 1836, e incluída no Index Librorum Prohibitorum.

Data também deste período a elaboração da obra Ensaio histórico sobre a origem e progressos das matemáticas em Portugal, posteriormente publicada em Paris, que despertou logo crítica favorável pelos estudiosos coevos, como José Silvestre Ribeirão na Resenha de Litteratura Portugueza, tomo I, páginas 16 e seguintes, e o artigo inserto nos Annaes das Sciencias, das Artes e das Letras, no tomo V, páginas 138 a 156. Esta obra, que já foi objecto de reedição, mantém-se como uma das melhores histórias do pensamento matemático português até aos alvores do século XIX, e uma das primeiras obras do género publicadas na Europa.

Também durante esta estadia no Brasil, interessou-se por temas de educação, sendo autor de um estudo sobre o estabelecimento da instrução pública no Brasil, um projecto pioneiro naquele país e onde é patente a erudição e o conhecimento que Stockler tinha do pensamento europeu coevo. Aquele projecto ainda mantém interesse na história da educação e da pedagogia.

Outra das funções que exerceu foi a de deputado da Junta de Direcção da Academia Militar do Rio de Janeiro, onde, em conjunto com Wilhelm Ludwig Freiherr von Eschwege, o barão de Eschwege, teve papel importante na estruturação do ensino nas áreas da matemática e da física. Esta escola militar, criada por carta régia de 4 de Dezembro de 1810 iniciou as suas actividades a 23 de Abril de 1811. É uma das instituições antecessoras da actual escola superior do Exército brasileiro, a Academia Militar das Agulhas Negras, e foi a primeira escola de engenharia no Brasil.

Stockler nas funções de Capitão-General dos Açores

Durante a sua estadia no Rio de Janeiro surgiram profusas queixas na corte ali instalada sobre a actuação do brigadeiro Francisco António de Araújo e Azevedo nas funções de Governador e Capitão-General dos Açores. As populações e as autoridades insulares queixavam-se do seu rigor nos recrutamentos militares e particularmente da sua acção no arroteamento de baldios públicos, que eram concedidos, acusavam as câmaras das ilhas, a particulares, em geral amigos do Capitão General, em detrimento do interesse dos povos. Essa apropriação dos baldios deu origem a profundos ódios e desavenças e, mais tarde, conduziu aos motins da Justiça da Noite que, durante décadas, abalaram a pacatez insular.

Estando na corte, e tendo ganhado notoriedade pela sua produção académica e inteligência, Garção Stockler conseguiu ser nomeado por D. João VI, em 12 de Novembro de 1819, para ir substituir o capitão-general caído em desgraça. Stockler partiu para Lisboa em Agosto seguinte com o fito de receber da Regência as ordens necessárias à governação dos Açores.

Por esta mesma altura desencadeia-se em Portugal o movimento constitucional. É assim em plena fase inicial da Revolução de 1820 que Stockler chega a Lisboa. Embora sendo claramente antiliberal, aparentemente a fama de jacobino e de colaboracionismo com os franceses foi-lhe aqui útil. A Junta revolucionária que governava o país recebe-o e reconfirma-o no cargo, permitindo a sua partida para os Açores.

A sua chegada aos Açores, a 18 de Outubro de 1820, foi saudada com efusiva alegria, pois significava o fim da tirania do brigadeiro Francisco António de Araújo e Azevedo. Ambos os partidos depositavam esperanças na sua actuação: os liberais, acreditando que a reconfirmação dada pela Junta Suprema era um sinal de ideias pró-constitucionais; os absolutistas convictos que a sua nomeação por D. João VI antes da revolução era uma garantia da sua adesão ao rei absoluto.

Tiveram razão os absolutistas, já que Stockler proibiu os contactos políticos com Portugal e obrigou todo o expediente administrativo e judicial açoriano a ser enviado para a corte do Rio de Janeiro, não reconhecendo a legitimidade e autoridade das instituições de Lisboa.

Quando se aperceberam da orientação do novo capitão-general, os liberais açorianos iniciaram movimentações no sentido de proclamarem, pela via revolucionária, o constitucionalismo no arquipélago. Foi assim que, capitalizando o descontentamento com a governação dos capitães-generais, com sede na Terceira, ilha que diziam dominava todas as outras e absorvia o grosso dos recursos fiscais, a 1 de Março de 1821, uma revolta militar em Ponta Delgada, inspirada por elementos civis que pretendiam a libertação da ilha de São Miguel àquilo que entendiam como o jugo da Terceira, instala o regime constitucional na ilha de São Miguel e proclama a independência daquela ilha do Governo de Angra.

Stockler ainda tenta resistir, mas logo a 2 de Abril de 1821 uma revolução constitucional em Angra, inspirada pelos deportados da Amazona e pelos seus conversos, reinstala no poder o brigadeiro Francisco António de Araújo e obriga Stockler a refugiar-se na Praia. Contudo, dois dias depois, a 4 de Abril, num contra-golpe militar ocorrido no Castelo de São João Baptista do Monte Brasil, o brigadeiro Araújo é morto e Stockler retoma o poder.

É neste contexto que Almeida Garrett, que pouco antes fundara em Coimbra a loja maçónica e secreta Sociedade dos Jardineiros, se desloca entre Maio e Agosto de 1821 à Terceira, talvez como emissário da Maçonaria, para tentar firmar a nova legalidade constitucional na ilha, no que encontra forte oposição de Stockler, que ameaça prendê-lo caso ele se manifestasse publicamente a favor da Constituição. Deste episódio resultou o poema herói-cómico O X, ou a incógnita, que Garrett escreve, sem concluir, alusivo ao capitão-general (aparecido em edição póstuma em 1985).

Contudo, a 13 de Maio de 1821 chegou à Terceira a fragata Pérola, comandada pelo Capitão-de-Mar-e-Guerra Marçal Pedro de Ataíde Barahona, e este intimou Stockler para que reconhecesse o governo liberal. Stockler insurgiu-se contra a intimação e resistiu, mas não encontrou o apoio que esperava na população, pelo que a 15 de Maio de 1821, em cerimónia solene realizada na Câmara de Angra, são juradas em Angra as bases da futura Constituição. Stockler abdica do cargo de Governador e Capitão General mas fica, em conjunto com o bispo da diocese, D. frei Manuel Nicolau de Almeida, adido ao governo.

Esta solução não foi aceite pelas Cortes e a 19 de Julho de 1822, pelo brigue Flor do Mar, chega ordem régia para Stockler e o bispo saírem da ilha Terceira, o que estes cumprem a 11 de Agosto de 1822.

À chegada a Lisboa Stockler é colocado sob prisão por ordem das Cortes, desencadeando um processo que em boa parte decorreu através da publicação de sucessivas justificações e refutamentos e de longos debates pela imprensa, escrevendo Stockler um Memorial dirigido ao Ill.mo sr. Luiz Manuel de Moura Cabral, desembargador da Casa da Supplicação, illustrado com algumas notas, além de muitas obras que assinava com pseudónimos ou a que punha o nome do filho, António Nicolau de Moura Stockler, que então contava apenas 17 anos de idade.

Essas obras são as Cartas sobre os acontecimentos da ilha Terceira, por um Cidadão imparcial, a Nota ao n.º 75 do Campeão Lisbonense por um Amigo do general, as Observações ou notas illustrativas do folheto intitulado «Voz da Verdade provada por documentos», a Carta sobre o n.º 2 do folheto intitulado a «Voz da Verdade» e a Analyse critica ao libello famoso intitulado «Noticia resumida dos acontecimentos da ilha Terceira na installação do seu governo constitucional», tudo isto com o nome de seu filho.

Finalmente o próprio, general respondeu com o seu nome num folheto a umas Notas Críticas, publicadas em 1822 pelo Dr. Vicente José Ferreira Cardoso da Costa, a um ofício que ele dirigira ao conde dos Arcos.

Todas estas questões, e o processo judicial a elas associado, terminaram com a queda do governo constitucional em 1823, em resultado da Vilafrancada, ficando o comportamento de Stockler ilibado à face da lei, pois se tornava em acção meritória o que até então lhe imputavam como delito. Por sentença de 10 de Junho de 1823, foi a conduta de Stockler julgada benemérita, legal e recomendável, ficando totalmente reabilitado. O mesmo aconteceu com o bispo.

Sendo um dos presos políticos libertados, Stockler granjeou grande renome, pelo que de imediato foi nomeado para a comissão encarregue de elaborar uma Carta de Lei que preenchesse o vazio deixado pela revogada Constituição. Extinta esta comissão, sem qualquer lei produzida, Stockler foi de novo nomeado governador e capitão-general dos Açores, sendo também agraciado com o título de barão da Vila da Praia, por decreto de 29 de Setembro de 1823.

A bordo da charrua Princesa de Portugal, Stockler chega a 17 de Novembro de 1823 a Angra, reassumindo dois dias depois as suas funções. A recepção foi apoteótica, com três dias de festejos e um sem cessar de homenagens e juras de fidelidade. Seguiu-se de imediato a perseguição aos liberais e seus simpatizantes, com numerosas prisões e expulsões da ilha, criando-se um reino de terror que só tivera paralelo aquando da invasão castelhana de 1583.

Decorria este período de repressão quando a 14 de Maio de

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Anúncios:QUARTETO SENTINELA - BAR BRAHMA CENTRO SP - 12 DE JULHO 2017
Publicado por: Francisco Corrêa Serio em Jun de 27 de 2017 00:15

12 DE JULHO DE 2017

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Notícias locais:Lançamento do livro Cumquibus e a saga da Pedra Branca
Publicado por: David Carvalho Kallas em Jul de 24 de 2015 18:44

Romance histórico sobre a colonização do caminho da Pedra Branca (Cristina, Pedralva, Conceição das Pedras, Santa Rita do Sapucaí, São Gonçalo do Sapucaí e Campanha ). Ótima leitura!

Inicialmente à venda no Bazar do Santuário de Santa Rita de Cássia, em Santa Rita do Sapucaí.

www.santuariosantarita.com.br

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Importante:Título de Cidadania Trêspontana
Publicado por: Francisco Corrêa Serio em Nov de 23 de 2014 04:01

C O N V I T E

A Câmara Municipal de Três Pontas tem a honra de convidar Vossa Excelência e família para a Solenidade de Entrega Títulos de Cidadania Honorária Trespontana 2014, por indicação e aprovação em Plenário a estas personalidades que não nasceram em Três Pontas e, contudo, prestaram e ainda prestam relevantes serviços à comunidade trespontana.

Homenageados

Cíntia Carneiro Batista Brito – Servidora Pública Municipal.

Cristiane Mendonça Marchetti – Professora e Especialista em Educação.

Maíra Correa Miari – Médica Veterinária.

Maria Helena Tinano Pieve – Servidora Pública

Olívia Milhomem Silva - Professora

Regina Maria Lopes – Psicóloga.

Silvio César da Silva – Médico Mastologista

Data: 26 de novembro de 2014 (Quarta-feira)

Horário: 19h30

Local: Plenário da Câmara Municipal de Três Pontas

Vereador Sérgio Eugênio Silva

Presidente da Câmara Municipal de Três Pontas

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Importante:A MAIS NOVA CIDADÃ TRESPONTANA
Publicado por: Francisco Corrêa Serio em Out de 15 de 2014 04:27

EXTRATO DO PROJETO DE DECRETO LEGISLATIVO N.º 007, DE 26 DE SETEMBRO DE 2014, CONCEDENDO TÍTULO DE CIDADANIA TRESPONTANA À REGINA MARIA LOPES.

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Mídia:Teatro Mãe de Dois
Publicado por: Francisco Corrêa Serio em Maio de 30 de 2014 18:46
Vai ao ar no dia 5 de junho o Programa do Jô com Maria Dolores, autora do livro "Mãe de Dois". O programa é sobre a comédia teatral baseada em seu livro. Aproveitando: 7/6 "Mãe de Dois" em Três Pontas! Dia 20/6 em Camboriú, 21/6 em Floripa e 22/6 em Pomerode (SC)!!!
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Memórias de famílias:A HISTÓRIA DA FAMÍLIAS OSÓRIO MENDES E VIEIRA MENDES
Publicado por: Mauro em Out de 23 de 2013 14:09

Neste trabalho anexo que editei, está o resultado de mais de 06 anos de pesquisa genealógica das famílias Osório Mendes e Vieira Mendes. Nele o leitor conseguirá informações desde 1753 até os dias de hoje, inclusive com ilustrações, fatos, fotos, documentos e histórias familiares. Vale a pena ler, é um documento para guardar para as futuras gerações.

Clique no arquivo abaixo em PDF.

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Crianças:Que saudades do meu tempo de criança...
Publicado por: Enio Carvalho Dias em Abr de 21 de 2013 12:50

Hoje em dia o sonho de qualquer adolescente é chegar aos 18 anos, a idade da maioridade aonde começa a ser adulto, quando é permitido tomar bebidas alcolicas e mesmo tirar a sua carteira de motorista. A partir dai, termina a tutela dos pais, que não são mais legalmente responsáveis por aquele cidadão adulto que pode votar, casar e constituir a sua própria familia, ter seu próprio emprego, carro, abrir sua conta bancária e tirar seu passaporte podendo viajar para qualquer lugar do mundo, desacompanhado sem aquele titulo de "menor".

Enquanto nossos jovens sonham com estes dias que estão porvir, nós que somos mais antigos, que já passamos por todas estas fases e estamos entrando na terceira idade que no final nos conduz a nossa segunda infancia lembramos com saudades e nostalgia daquele tempo no qual tinhamos 10 anos. Como tudo era simples, o radio nos mantinham informado de tudo...

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Anúncios:Hugo Branquinho – Lançamento do álbum “Embrião”
Publicado por: Francisco Corrêa Serio em Jan de 23 de 2013 21:23

Hugo Branquinho – Lançamento do álbum “Embrião”

01 – Sonhar

02 – Sol, Lua e um Pouco de Céu

03 – Antônio

04 – Melhorar

05 – Aguar

06 – Afogado

07 – Nossa Serra

08 – Igreja Laranja

09 – Fragmentos

10 – Pela Avenida

11 – Ao Nosso Amor

É com muito orgulho que o Keep It Alive promove o lançamento oficial de “Embrião”, álbum de estreia do cantor e compositor mineiro Hugo Branquinho. Até o próximo domingo, 27, você acompanha aqui no portal e na página do Keep It Alive no facebook postagens especiais sobre essa que promete ser uma das revelações da cena independente brasileira em 2013.

“Embrião”, lançado em 23 de janeiro de 2013, é o resultado de anos de trabalho e parcerias de Hugo Branquinho como cantor e compositor. Natural de Três Pontas – MG, Branquinho é conterrâneo de Milton Nascimento e Wagner Tiso, expoentes do movimento Clube da Esquina, e de uma grande safra de músicos talentosos da cidade, mas sua música vai além da esperada influência mineira, e passeia pelo trabalho de outros ícones da MPB e pela música contemporânea. A combinação, enriquecida por letras bem elaboradas e pela competência criativa de Hugo Branquinho fez de “Embrião” um álbum sofisticado, contemplativo, surpreendentemente dinâmico e permeado por uma sensação de nostalgia típica da música mineira.

Entrevistado pelo Keep It Alive, Branquinho falou um pouco sobre o processo de criação de “Embrião”, sobre suas pretensões artísticas e sobre a música independente atual.

Qual é a sensação de lançar o seu primeiro álbum?

É a realização de um sonho. O objetivo é mostrar minhas músicas e parcerias para outras pessoas. Cuido desse primeiro CD como se fosse o nascimento de um filho, pois nele estão músicas que compus da adolescência até os dias de hoje.

Quais foram os artistas que mais influenciaram a música de “Embrião”?

Todo o pessoal do Clube da Esquina, entre eles, Milton Nascimento, Toninho Horta, Beto Guedes, Lô Borges… Outros que admiro muito são Elis Regina, Gonzaguinha, Almir Sater, Chico Buarque, Tom Jobim… E também aprendi muito sobre a música com meu irmão mais velho, Heitor Branquinho. No Brasil temos ótimas referências de músicos, cantores e compositores.

Como você definiria a música de “Embrião”?

Defino como canções que falam muito de mim, do que vivi e estou vivendo agora.

Você tem um cuidado especial com as letras de suas músicas. Que temas são abordados no repertório de “Embrião”?

Tenho muito carinho por cada letra. Temas como o amor, família e sonhos estão ligados com as injustiças e a falta de tempo para parar e se comunicar com as pessoas. Nesse mundo em que as coisas materiais nos consomem e tudo é muito rápido pela internet, tento passar também que é importante a amizade e o tempo para as nossas raízes.

O cantor e compositor Milton Nascimento divide os vocais com você na faixa “Antônio”. Como você conheceu o Bituca, e como foi trabalhar com ele?

Eu sou de Três Pontas- MG e conterrâneo do Milton Nascimento. Ele me conheceu lá na capital da música quando ainda tinha meus 13 anos. Meu irmão, Heitor, estava tocando em um bar de lá e fui assistir. Chegando lá dei um abraço e um beijo no meu irmão e o Milton gostou muito dessa união e amizade entre a gente. Depois me chamou para conversar ali mesmo e a partir daí ficamos amigos.

Trabalhar com o Milton Nascimento é sempre um prazer enorme e também um aprendizado maior ainda. Com Milton, participei cantando no DVD Pietà, em 2007 e do mais recente CD “E a gente sonhando…”, onde fiz parte do coro e fui convidado para um solo vocal na canção “Amor do Céu, Amor do Mar”.

Então, quando fiz a música para meu filho, Antônio, pensei: Tem que ser o Milton Nascimento cantando comigo. Ele aceitou na hora e deu tudo certo.

Além do Milton, quais foram as parcerias mais importantes durante o processo de gravação?

O meu irmão Heitor Branquinho assina a produção do disco, divide o vocal comigo na nossa parceria “Aguar” (Thales Mendonça/Hugo Branquinho/Heitor Branquinho) e ainda toca baixo e violões. Tenho também cinco músicas no disco em parceria com meu amigo Thales Mendonça. Eles foram muito importantes no processo do disco. Duas letras no disco são dos amigos Rafael Guerche (Pela Avenida) e Enrique Que (Afogado), mas todos os músicos e amigos que ajudaram na construção desse “embrião” são importantes e essenciais.

“Embrião” foi gravado de forma independente. Como foi o processo de gravação do álbum, e quais foram as maiores dificuldades com as quais você teve que lidar?

Eu comecei a escrever e compor músicas na minha adolescência. Depois que formei na escola em Três Pontas, fui para São Paulo, onde moro há seis anos. Nesse tempo fui criando um repertório e escolhendo as músicas que eu mais gostava. Então, ano passado tive a surpresa da chegada do meu primeiro filho e percebi que estava também na hora de fazer o meu primeiro CD. Desta forma, juntei com meu irmão Heitor Branquinho, que também é músico e começamos a pensar os arranjos das músicas. Depois fui convidando os músicos para gravar o disco. Gravamos tudo no ano passado.

Por ser um CD independente, a maior dificuldade é mesmo o dinheiro. Porém, com a ajuda da família e dos amigos músicos o CD foi criando sua forma. Tive muita felicidade de conhecer grandes músicos para tocar no meu CD “embrião” e tenho que agradecer muito pela confiança no trabalho: Débora Gurgel (piano), Thiago “Big” Rabello (bateria), Heitor Branquinho (baixos, violões e vocais), Emílio Martins (percussão), Raul Coutinho (guitarra e viola), Willian dos Santos (acordeom) e Deni Domenico (bandolim).

Depois do lançamento oficial do álbum, quais serão seus próximos passos como artista?

Meu próximo passo é colocar o disco na estrada. Pretendo fazer os shows de lançamento do disco nos meses de Março e Abril de 2013, em São Paulo, Belo Horizonte e Três Pontas. E depois vou continuar divulgando o CD durante todo o ano.

Como você enxerga a cena musical independente no Brasil?

Enxergo um meio muito difícil e que precisamos batalhar muito para conseguir realizar bons trabalhos. Porém, vejo ótimos discos sendo realizados dessa maneira, sem apoio de grandes gravadoras, que conseguem uma boa aceitação de público e imprensa.

Visite o site oficial de Hugo Branquinho: http://www.hugobranquinho.com.br/

Fique ligado. Em breve, o Keep it Alive publicará uma resenha do álbum “Embrião”. Nossa equipe deseja muito boa sorte a Hugo Branquinho, e espera que o restante de sua discografia seja tão brilhante quanto “Embrião”!

Por: Marcus Lopes | Tags: hugo branquinho, lançamento, milton nascimento, thales mendonça

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Outro:Elyana Maria Lanes Serio - Honra ao Mérito
Publicado por: Francisco Corrêa Serio em Set de 29 de 2012 11:53

Elyana obteve 100% de aproveitamento de seu desempenho no SAC Banco ITAU, fazendo direito a Certificado e cumprimentos pela Coordenação Operacional.

13 de setembro de 2012.

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