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Artigos de notícias
Histórias familiares:PRAÇA ANTONIO LOPES DA ROCHA
Publicado por: Alci Santos Vivas Amado Vivas em Jun de 26 de 2009 13:59

Justa homenagem a esse cidadão Patrono do Distrito de Santo Antonio. Foi ele que em 1912, fez a doação do terreno para ser construído em memória ao glorioso Santo Antonio. Ele e a esposa eram devotos desse santo, e assim queriam compartilhar pela aldeia de um alqueire de terras em capoeira para erguer o altar. Assim nasce a Vila de Santo Antonio. As construções dos casebres, a maioria feita de tabua poderia ser fixada na terra do santo, alem de ser repassada para frente, a venda, menos a terra que era exclusiva do Padroeiro, conforme Registro Civil registrado no Cartório de São Pedro do Itabapoana.

A seguir nomearemos outros nomes que muito contribuíram para a Vila alcançar o seu progresso, que hoje podemos observar as varias homenagens registradas nas placas, dadas as Ruas do Distrito.

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Histórias familiares:NOSSAS RAÍZES, NOSSAS HISTÓRIAS...
Publicado por: Alci Santos Vivas Amado Vivas em Jan de 1 de 2009 08:10

O PRIMEIRO POSSEIRO

Em 1º de setembro de 1837, chegou nessa terra, o primeiro posseiro, Sr. FRANCISCO JOSÉ LOPES DA ROCHA, e sua esposa MARIA DO CARMO DE JESUS, tendo muitos filhos. Sua família foi logo posseando grandes glebas de terras: desde a Fazenda da Barra, altos de São Bento – altos de Conceição do Muqui, assentando ao

afluente do rio Muqui do Sul, desenvolvendo a sua

atividade na lavoura, abrindo as matas, fazendo plantações, tendo a sua morada edificada com outros caprichos. Causando aos índios certa contrariedade pelo seu modo de viver, uma comissão de seis membros entre eles, os índios Venâncio, João e Natividade, como líderes, intimaram o detentor daquelas terras a se retirar, visto que aquilo não lhe pertencia a ele estava alterando os costumes locais.

Bem corajoso, Francisco Lopes, enfrentou os índios dizendo-lhes que havendo requerido aquela sesmaria na Corte, ela lhe pertencia e dali não se retirava. Apontou para os mesmos uma espingarda, conseguindo, assim, que eles se retirassem. À noite, porém, os índios voltaram ao rancho do posseiro, roubando todas as panelas e utensílios de casa. Sempre destemido, FRANCISCO JOSÉ LOPES DA ROCHA e mais dois camaradas bem armados, percorreram, uma por uma, as choupanas dos índios, até que, na 10º., encontraram os objetos roubados, retomando-os e espantando os seus contendores com a sua coragem já conhecida. A certa distância, um índio, que conseguiu fugir com a sua flecha, desfechou-a sobre o seu adversário, ferindo-o no umbigo. Os novos moradores voltam ao seu rancho, submetendo FRANCISCO LOPES DA ROCHA a um tratamento de toucinho cozido sobre a região ferida, até que ele sentindo-se melhor, fosse a Campos medicar-se fazendo o percurso da viagem em canoa do Porto da Prata – Limeira e Barra do Itabapoa.

DOAÇÃO DE TERRENO PARA O PATRIMÔNIO

Em 27 de fevereiro de 1912, o Sr. ANTÔNIO LOPES DA ROCHA, casado com Dona, MARIANA ANTÔNIA DE LACERDA, fazem doação de um terreno para formação da localidade do “Patrimônio de Santo Antonio do Muqui, dentro da propriedade que herdara de seus pais. Pois já havia a primeira capela construída por eles, que eram bastantes devotos do Santo. O gesto altruístico e patriótico teve uma repercussão sensivelmente agradável, enchendo de alegria o vasto círculo de relações dos beneficiadores, notadamente a família LOPES DA ROCHA, que foi a primeira a fixar em nossa terra.

SIGNIFICAÇÃO DO NOME;

O nome de Santo Antônio Muqui, dado ao Distrito é uma homenagem ao Senhor Antônio Lopes da Rocha, ao padroeiro Santo Antônio de Pádua e Muqui devido ao rio Muqui que corta a região.

Escritura de doação de terra para a vila de Santo Antônio do Muqui.

Transcrevemos com prazer, na integra, a respectiva escritura de doação, conforme original:

Entre - vivos que fazem ANTONIO LOPES DA ROCHA e sua mulher, na forma abaixo: (Pág. 66)

Saibam quantos este público instrumento de escritura de doação entre – vivos virem que no ano do Nascimento de Nosso Senhor Jesus Cristo de mil novecentos e doze, aos vinte e seis dias do mês de Fevereiro, em meu cartório nesta cidade do Itabapoana, Estado do Espírito Santo e República dos Estados Unidos do Brasil, compareceram presentes como outorgantes doadores o cidadão ANTONIO LOPES DA ROCHA e sua mulher Dona MARIANA ANTONIA DE LACERDA, lavradores e residentes neste Município, conhecidos pelos próprios de mim tabelião e das duas testemunhas abaixo, nomeadas e no fim assignadas também minhas conhecidas, do que dou fé; perante as quais por eles me foi dito que, da herança em terras em capoeiras que lhes tocou em partilhas no inventário por falecimento de sua mãe, Dona Maria do Carmo de Jesus, procedido no juízo desta Comarca, achavam-se contratados doar, as mesmas terras, um alqueire de terras em capoeiras encravadas na Fazenda de Santa Cruz, ao Imaculado Santo Antonio, para o fim de ser no mesmo terreno edificada uma capela com a invocação de “Capela de Santo Antonio” e pertencendo o dito terreno ao patrimônio do referido santo, cujo terreno será tirado nas capoeiras próximas à casa de vivenda da Fazenda referida e a margem do Ribeirão Muqui do Sul, doação esta que fazem de sua livre e espontânea vontade e gratuitamente, declarado que o terreno que ora doa, lhes tocou a razão de oitenta mil réis o alqueire no referido inventario; e como efetivamente tem doado o dito alqueire de terra, situado na Fazenda de Santa Cruz neste Município, para patrimônio e Capela distrito de Santo

Antonio; que venera nesta freguesia de São Pedro de Alcântara do Itabapoana, representando neste ato pelo reverendo Padre AUGUSTO FERREIRA DOS SANTOS, vigário desta freguesia, até pela cláusula constituída seu domínio, posse direito e ação que tem na dita causa doa para o outorgado donatário o possua sem recurso algum, como sua que é e fica sendo. Então pelo reverendo padre vigário AUGUSTO FERREIRA DOS SANTOS, me foi dito perante as mesmas testemunhas em nome do Imaculado Santo Antonio, feita a presente doação, aceitando a presente escritura por produzir todos os seus efeitos legais, do que tudo; eu tabelião dou fé. É assim contratado me pediram lhes lavrassem a presente escritura em minhas notas a qual lhes sendo lida, acharam conforme e assignam com as testemunhas presentes, DIOGO BENTO DA SILVA e AUGUSTINHO FERREIRA digo, AGUSTINHO FRANCISCO DA SILVA, assignando a rogo da outorgante doadora por não saber ler nem escrever, GRINALSON MEDINA, perante mim, JOSÉ XAVIER LEITE, tabelião que a escrevi. Está devidamente assigmada com uma estampilha de trezentos réis.

São Pedro, 10 de junho de 1930

Sebastião Nogueira Santos.

GENEOLOGIA DE ALCEBIADES LOPES AMADO

Francisco José Lopes da Rocha casado com Maria do Carmo de Jesus Lopes; pais de Antônio Lopes da Rocha. casado com Mariana Antônia Lacerda, que gerou Honório Lopes da Rocha, que foi casado com Francisca Maria de Jesus Lopes, pais de Minervina Maria Lopes, casada com Antonio Rodrigues Amado que são os pais de Alcebíades Lopes Amado.

NOSSA CONSTRUÇÃO DA PRIMEIRA CAPELA

Inaugurada na vila de Santo Antônio do Muqui, posteriormente a 1914. Foram os seus timoneiros: Cap. ANTÔNIO LOPES DA ROCHA e sua esposa, Dona MARIANA ANTÔNIA DE LACERDA, foi a que doou

um alqueire de terreno para o patrimônio da capela, em 26 de fevereiro de 1912, por escritura passada no tabelião JOSÉ XAVIER LEITE, Daí o nome da capela e da localidade de Santo Antonio. Prestaram relevantes serviços a numerosa família LOPES DA ROCHA, a família Sanches e outros. Foi construída a capela toda em madeira.

Os doadores também presentearam com um lindo altar em madeira de lei trabalhado e uma imagem toda de madeira do padroeiro de Santo Antônio de Pádua.

Dona Honorina Lopes Barbosa, (Dona Tota) era a presidente da capela que ainda não era reconhecida pela Diocese de Vitoria. Foi ela a criadora das Pastorinhas Por volta de 1930.

Em 1935, foi organizado um Conselho afim de que fosse reconhecida a capela do Padroeiro Santo Antonio de Pádua: Constâncio Gonçalves Vivas, Francisco Poubel da Silva, Francisco Pereira Cardoso, José Pasculli, João Lopes Theodoro, Francisco Gonçalves, José Fernandes Fonseca, Luiz da Silva Camargo,, Adolpho Gonçalves

Vivas, Francisco Vencioneti e Guido Gualandi, com administração do Padre Elias Tommasi.

Segundo Dona Odete Vivas Amado, o Padre Elias viajava num burrico, para ir às capelas rezar as Santas Missas. Certa ocasião, ele tomou um tombo do animal, e no mês seguinte chegou de JIP. Ao termino da Missa, a criançada em volta do padre, pedia a ele que desse um passeio no carro. Dezenas e dezenas de crianças eufóricas em torno do JIP. O padre não teve saída. Na vila o carro era novidade, pois nessa época, havia somente a fubica do tio Leonidio. Quando o veículo fazia retorno para a volta, próximo a ponte da Boinha, este derrapou e acabou caindo dentro do referido córrego. Graças a Deus ninguém se machucou. Apesar de muitos e muitos anos, respira aliviada a Dona Odete Vivas Amado

SEGUNDA CAPELA

Construída, tipo alvenaria, com pedras naturais irregulares, ou artificiais, tijolos, seu cone, torre acabamento em zinco. Por volta da década de 40, Minervina Maria Lopes, doa nova imagem de Santo Antonio. Saiu da fazenda Santa Cruz, uma procissão, levando a imagem para capela, com isso Dona Minervina dizia que cumprira a promessa, pois curara de um câncer no seio, acreditava que o intercessor da cura ocorreu pelo milagroso Santo Antonio. Conta se a historia que o câncer atingira os olhos de Minervina, também ocorreu á cura pela intercessão de Santa Luzia, a qual sempre venerou em oratório em sua residência, na fazenda, uma pequena imagem da santa, desde essa época, o dia 13 de dezembro,

dia dedicado em memória a Santa Luzia, são soltados fogos de artifícios, Mesmo com a morte de Dona Minervina, ocorrida em agosto de 1982, até os dias atuais esses fogos ainda pode ser ouvidos na Vila de Santo Antônio do Muqui.Dona Minervina doou ainda para a capela, uma luminária central, dois mines altares laterais, uma imagem tipo barroca, em madeira de Nosso Senhor dos Passos.Várias zeladoras e presidentes da capela contribuíram até os anos 60 para manutenção da capela: Silvia Figueiredo, Araci Lopes amado, João Lopes Theodoro, Alcebíades Lopes Amado.

TERCEIRA CAPELA

A vila de Santo Antonio, viviam grandes expectativas na construção da nova capela, Fez-se um resgate cultural no evento “As Pastorinhas” em 1961 foi criado por Alci Santos Vivas Amado e Doroti Gomes Amado, “O Presépio vivo” com a colaboração do povo da vila. Foi transferida para o prédio da máquina a capela, para dar inicio a construção da Igreja pedra de Santo Antonio,Muitos nomes destacaram-se nessa construção: Manoel Lopes Amado, Alcebíades

Lopes Amado, Otavio Braga Moreira,tio de Roberto Carlos o cantor, os quais administraram mais de 20 homens, moradores da vila, todos em luta nessa obra. Os movimentos que mais destacavam nessa época eram a cruzadinhas eucarística, com uma fita amarela e uma cruz de cor azul, fazíamos grandes movimentos, o último foi em Conceição de Muqui, participaram de diversas cidades, Morro do Coco, Mimoso, todo o interior. O campo de futebol de Conceição de Muqui ficou repleto de crianças, vestidos de branco, e com a fita amarela, foi lindo as coreografias. O Padre Theodoro. Trouxe um gravador. Confesso que nunca havia visto. Ficamos encantados. Também tinha os Lingüistas, o apostolado de Oração, as Filhas de Maria e as Liga Católica formada apenas de homens, As Santas Missas eram rezadas em Latim, suas datas eram fixas, todos os dias 13 de cada mês, nessa época eu era o coroinha, ajudante das celebrações.

QUARTA CAPELA E ATUAL

Construída em projeto moderno para época, herdou o sino da capela anterior, vindo sofrer rachadura ao bronze pelo tempo de uso. Década de 70. Toda a capela em festa para receber à doação do turíbulo, oferecido pela Dona Minervina. O relógio da torre, iniciativa de Alcebíades Lopes Amado, hoje também seria um dia muito

especial, pois entraria os serviços de alto-falantes da capela.

No final dessa década, Alcebíades Lopes Amado com a comissão Igreja, resolveram trocar o forro da igreja que era de madeira e algumas partes já se encontravam danificados, e assim o fizeram com laje de concreto, e nesta mesma década, providenciou a chegada de duas imagens, Nossa Senhora, para coroação e uma imagem bem maior do padroeiro de Santo Antonio do Muqui.

Com os documentos do Concilio Vaticano II, passa-se uma nova denominação comunitária, aparecendo os Coordenadores de Equipe da Comunidade. Aliás, acredito não ser novo jeito, mas sim é a Igreja em busca do resgate das comunidades. “Vede como eles se amam!”

Nosso Senhor dos Passos

Um fato que chocou a vila foi quando roubaram a imagem barroca de Nosso Senhor dos Passos na década de 80.

REGISTRO DE FAMILIAS DÉCADA DE 40 a 70

Lopes, Rocha, Amado, Vivas, Salluci, Gomes, Barbosa, Guimarães, Sanches, Figueiredo, Popim, Setime, Oliveira, Dos Santos, Torres, Possi, Prucoli, Morisqui, Valim, Sarti, Girondi, Favaris, Nazaré, Espani, Gonçalves, Passareli, Prechedes, Benevenutti, Bonfanti, Cacholli, Cock, Fitaroni, Galegario, Menegucci, Assaid, Ramanholi, Gualandi, Astolfi, Bonfanti, Poubel, Pasculli, Theodoro, Fonseca, Camargo, Venciooneti, Gerônimo,Peres,

Certa ocasião, narrou o Sr, Sebastião Prúcolli, morador da vila: quando ainda garoto seus pais e outros imigrantes chegaram ao Brasil, 2 de dezembro de 1899, segundo ele, muitas famílias ainda não sabiam qual o destino a tomar, disse ainda que algumas famílias estavam certas de morar

no Estado de Santa Catarina, zona rural, falou ainda que não se lembra como, mas vieram parar no Espírito Santo, juntamente com outras famílias, seus pais foram parar no município de São José do Calçado, de lá, seus pais e meia dúzia de famílias embarcaram no trem, via férrea, e desceram em um lugarejo denominado de Santo Eduardo. Quando maquinista anunciou, Final da linha, Eles desceram, ficaram mais de uma semana a espera de uma condução. Até que surgiu! O carro de boi! Agasalharam-se, pois, chovia um pouco. Sr. Sebastião e Dona Conceição moravam na Sapucaia, ele me contava esse fato, quando, eu fui á sua casa tirar prendas para o leilão da cruzadinha. Ele deu um sorriso, e continuou a história: “O carro de boi tombou, em conseqüência de bastante chuva! Felizmente, nada pior aconteceu”. Ainda me lembro que no dia seguinte, ouve a distribuição do pessoal, e a minha família, e outra, fomos para São Pedro de Alcântara, Hoje Mimoso do Sul, bem mais tarde, eu já rapazinho, comprei um pedaço de terra na Sapucaia, onde casei, tenho meus filhos.Com a implantação do dízimo, a capela deixou de coordenar o prédio do coreto, que no passado era a fonte para manter os trabalhos religiosos e programar os festejos que ocorriam todos os dias 13 de cada ano, no mês de junho; com isso, em nossos dias, os leilões do mês de maio raramente acontecem.

FAMÍLIA LOPES

50º ANIVERSÁRIO DA CAPELA DE SANTO ANTÔNIO DE PÁDUA 1965

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