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Meu nome é Valdemar Vello e sou webmaster deste site.

O site foi criado usando o MyHeritage.com. Este é um excelente sistema que permite a qualquer um como você e eu a criar um site para sua família e até mesmo publicar a árvore genealógica na Internet.
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A nossa árvore genealógica está publicada online neste site! Existem 2672 nomes no nosso site de família.
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A foto ao lado esquerdo é da estação de Guatapará, próxima da Fazenda Santa Albertina, local de trabalho da familía Paro ao chegar em Ribeirão Preto.

A parte histórica do livro da Genealogia Paro será ampliada com novos depoimentos e imagens.

Mandem suas colaborações para:

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Notícias da família
Set 15, 2017
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Set 12, 2017
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Set 11, 2017
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Set 03, 2017
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Jun 02, 2017
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Mar 31, 2017
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Mar 27, 2017
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Nov 07, 2016
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Ago 12, 2016
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Jul 06, 2016
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Dez 21, 2015
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Dez 16, 2015
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Nov 09, 2015
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Maio 25, 2015
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Fev 25, 2015
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Artigos de notícias
Genealógia:Email de todos da familia
Publicado por: Maria Auxiliadora de Oliveira Bastos em Fev de 9 de 2014 11:30

Por favor adicionem o email de todos da familia enviando convites , pois não temos o email de todos obrigada

Maria e Edivaldo

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Anúncios:cONVITE
Publicado por: Maria Auxiliadora de Oliveira Bastos em Out de 23 de 2013 19:35
pOR FAVOR NÃO TENHO O GMAIL DE TODOS DA FAMILIA QUEM PUDER ADICIONAR MEMBROS DA NOSSA FAMILIA PELO GMAIL, FAVOR ADICIONAR NOVOS MEMBROS, FOTOS , ETC.... OBRIGADO. MARIA
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Histórias familiares:HOMENAGEM AO NOSSO QUERIDO AVÔ ANTONIO BENEDITO PARO
Publicado por: José Mario Tonus em Mar de 18 de 2013 15:51

HOMENAGEM DA FAMÍLIA TONUS

AO NOSSO AVÔ

“Sr.ANTONIO BENEDITO PARO”

EUGÊNIA GIRARDI PARO E ANTONIO BENEDITO PARO

Nosso avô Antonio Benedito Paro, que nasceu em Treviso aos 18/04/1882, filho de Sr. Benedetto Paro e Luigia Cardini Paro e veio para o Brasil em 15 de Março de 1887, que casou-se com nossa avó Eugênia Girardi Paro no dia 02/05/1903 e também nasceu em Treviso (Itália) aos 20/08/1883- filha de José Girardi e Luiza Chapim. Sendo que Ela veio para o Brasil ainda aos nove meses de idade.

Esse ilustre casal teve doze filhos com muito amor e carinho, dando à Eles uma educação refinada, que servio de exemplo para Nossa família.

Homem trabalhador, muito religioso, enérgico, mas honesto ao extremo e respeitador das pessoas que com Ele conviveram.

O Sr. Antonio Benedito Paro, foi um homem muito respeitado e muito querido na região da fazenda Monte Belo e Circunvizinhas, também na cidade de Colina onde mantinha Seus negócios.

Ele ajudava muitas pessoas naquela região e após a construção da Capela de Nossa Senhora Aparecida situada em sua fazenda, devido à uma promessa de Seu irmão Ângelo Paro, passou a cuidar além da própria capela, da religiosidade da Sua família e do povo que O aceitava como grande religioso que era.

Freqüentemente ensinava o catecismo da religião católica para as crianças e adultos até a primeira Eucaristia. Do qual Eu e meus irmãos participamos.

Também teve a honra de ter um filho com muita importância política na cidade de Colina, o Nosso tio João Paro (Piquira), que além de vereador foi também Prefeito daquela cidade, sendo que exerceu Seu mandato com muita responsabilidade e muita dignidade este alto cargo que o povo colinense lhe outorgou.

Portanto, Nossa família tem a Honra de Homenagear este Homem com muito orgulho de pertencermos à essa Família Maravilhosa.

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Histórias familiares:Histórias familiares : RECORDAÇÕES
Publicado por: José Mario Tonus em Mar de 18 de 2013 15:47

RECORDAÇÕES

Zenaide Paro Tonus de Oliveira

É com muita alegria, satisfação e orgulho que falo sobre a família Tonus. E hoje vou falar um pouco da minha infância. Falo dos meus avôs e pai imigrantes italianos que vieram para o Brasil e enfrentaram todas as adversidades que o novo, o desconhecido sempre se apresenta como barreiras a serem suplantadas, e eles, mesmo com dificuldades, mas, com fé, garra e se dedicando ao máximo conseguiram vencer na nova terra; na América como diziam.

Como é importante conhecer nossas raízes, família é sempre família, mesmo que vivendo a distância. Quantos ensinamentos e afetos recebemos de nossos de nossos pais e avós, agradeço a Deus por fazer parte dessa família.

Lembro-me quando criança, ainda pequenina, papai e mamãe já distribuíam as tarefas para nós irmãos, como por exemplo: varrer a casa, ir no pasto do Parão catar daquela erva vassoura para varrer o quintal, debulhar milho, tratar as galinhas, os porcos, recolher ovos. Depois quando maiorzinha, além dessas já citadas eram também apartar os bezerros, tratar das vacas, do cavalo, etc.

De manhã eu ia à escola e a tarde ia à roça carpir, trilhar arroz, milho, feijão. Em época de colheita carregar os feixes de arroz, mas também, no meio do trabalho, aproveitávamos para brincar um pouco. O papai batia o arroz e amontoava as palhas, então nós subíamos naquele monte de palha e pulávamos e virávamos cambalhotas, era uma delícia, hei tempinho bom. Que saudade! Na colheita do feijão era arrancar, carregar os manojos de feijão, espalhar no terreiro para secar e depois bater com varas ou cambão. Na colheita do café, com um pauzinho, batia nos pés de café e os grãos caiam todos ao chão, depois rastelávamos e o papai com a peneira abanava e ensacava, e com a carrocinha levava para espalhar no terreirão ao lado da nossa casa para secar por completo, depois guardava na tulha e esperava um bom preço para vender a safra toda do café.

Quando eu chegava da escola, quase nenhum dia eu queria almoçar: sabe o que eu fazia? Pegava uma faca e descia no quintal para comer frutas. La no pomar eu subia na laranjeira e chupava várias laranjas, ora subia nas goiabeiras e comia muitas goiabas. No tempo das mangas era nas mangueiras que eu ia, subia la no alto do pé de manga espada, no pé de manga rosa e chupava muitas, mas muitas mangas. Chegou ao ponto do José Antônio me apelidar de sanhaço (nome de um passarinho que gosta muito de frutas). Eu gostava e continuo gostando de frutas, de todas as frutas, para mim não existe fruta ruim. No fundo do nosso sítio tinha o quintal e abaixo passava o córrego que divisava nossas terras com o sítio do João Alves. Nas margens do córrego tinha pés de veludo, de ingás, eu comia de todas essas frutas. Depois atravessando este riozinho chegava no pasto do João Alves onde eu ia catar coco macaúba, enchia o embornal e chupava tanto coco que até saia feridas em volta da boca. Também íamos ao pasto da fazenda do Borge catar coco e veludo. Na Dona Filomena Alves íamos buscar jatobá. O José Antonio estava no seminário e me lembro que um ano nas férias eu fui com ele buscar jatobá na Filomena. Imaginem, com tantas frutas no quintal e nos pastos, acham que eu queria arroz e feijão? (risos).

Lembro-me que na Páscoa mamãe cozinhava ovos de galinha e pintava-os com lápis de cor, cada qual mais bonito um do outro. Para não haver discussão de quem ganharia o mais bonito então fazíamos competição. Colocávamos os ovos enfileirados no terreirão cimentado e de longe, cada um na sua vez, jogávamos moedas de cinqüenta centavos rumo à fileira de ovos e naquele que acertávamos era justamente aquele que comíamos. Era uma disputa sadia e comemorávamos a Páscoa com muita alegria.

Quando eu já tinha nove ou dez anos papai arriava o cavalo alazão na charrete e eu guiava o cavalo, juntos também iam a Carmem e a Isabel, e íamos trocar milho por fubá no moinho da fazenda do vovô Paro em Monte Belo e outras vezes no moinho da fazenda Spechoto. Na fazenda do vovô além do moinho de fubá também tinha a máquina de beneficiar arroz, então muitas vezes além do fubá trazíamos o arroz limpo para casa. Geralmente era o vovô Antonio Paro quem moía e trocava o fubá, ás vezes era outra pessoa quem nos atendia, tais como: tia Lúcia, tio Tonico etc. Agora, o arroz era sempre o tio José (Bepim) quem nos atendia. Muitas vezes íamos ao moinho do Spechoto porque era bem mais perto da casa, só que tinha um probleminha a mais na viagem. Acontecia que o nosso cavalo tinha um mau costume de querer ir só para o lado do Monte Belo e não para o lado de Colina, então quando íamos entrar na reta lá na fazenda do Aimar eu tocava o cavalo como se fosse para o Monte Belo, andava até ao rumo da casa do empregado da fazenda, fazia meia volta virando no sentido contrário na estrada e tacava rumo a Colina, assim o cavalo passava reto na entrada do sítio e íamos em frente. Chegando aos Spechoto, deixava a estrada de Colina e descia para a fazenda, passava ao lado da casa do pai da tia Nilza e chegava ao moinho. Trocava o milho por fubá e voltava alegre dirigindo a charrete até em casa.

Todos os Domingos e primeira sexta-feira do mês tinha missa na igreja Nossa Senhora Aparecida no Monte Belo, e nós de charrete íamos todos a missa. Ali onde nasci e cresci aprendendo tudo fiz minha catequese com o vovô Paro e a tia Lúcia, e fiz a primeira comunhão. La em casa a catequese era bem trabalhada, além de participarmos da catequese na Igreja, a mamãe uma vez por semana, a noite, reunia nós seus filhos e os filhos dos colonos e nos dava um bom reforço sobre religião. Papai e mamãe sempre primaram em nos passar boa religião, educação, respeito e bons costumes.

Como era gostoso aos Domingos depois do almoço quando o papai punha o cavalo na charrete e juntos com papai e mamãe íamos à casa do vovô Paro e passava a tarde toda brincando com as primas. Quantas alegrias e saudades que ficaram na lembrança.

Fico emocionada e ao mesmo tempo agradecida por fazer parte desta família e de lembrar-se do meu tempo de criança lá em nosso sítio. A vovó Pina morava conosco e lembro que ela sempre recebia carta vinda da Itália de uma irmã dela que vivia naquele País. A vovó lia a carta em italiano e traduzia em português relatando as notícias da Itália para nós. Também a vovó contava muitas coisas da Itália, dizia que moravam toda a família juntos numa grande casa. A casa era um sobrado e ao lado tinha a cocheira dos animais, geralmente vacas. Esses animais perto de casa além de ficarem protegidos de ladrões também aqueciam as pessoas no rigoroso inverno. Falava das plantações de uva, das quais faziam vinho, dos queijos e da boa comida italiana. No tempo da primeira guerra mundial ela dizia que chegaram a passar fome, pois não podiam plantar. Muitos homens chefe de família eram obrigados ir à guerra e a família ficava desamparada. Muitos homens porém, cavavam buracos na roça, no mato, ou até no próprio quintal e se escondiam todos os dias, voltavam só à noitinha para a casa para não serem capturados e mandados para frente de batalha. O tio Luiz Tonus que era criança achou uma bomba que não explodira e pegou na mão, nisso a bomba explodiu e ele se machucou muito. Meu pai dizia que passou muito frio na Itália, eles andavam descalço, mas, no tempo do frio mesmo, quando caia neve ele usava tamanco de madeira para proteger os pés da neve.

Nasci no sítio do vovô Paro e logo mudamos para o nosso sítio, lá vivi até aos quatorze anos de idade, porém com doze anos e meio fui morar em Colina para estudar, ficava a semana inteira na cidade e ia para casa no sítio no final de semana. Morei um ano e meio na casa da Dona Aracy Rocha e sua irmã Dora, onde aprendi muitas coisas com elas sobre religião, sobre vários bordados e coisas da vida, e na Matriz comecei a participar na Legião de Maria. Gostaria de dizer também que o padre José Figuls foi muito amigo da nossa família, muitas decisões eram resolvidas com o aconselhamento dele. Eu mesma fui orientada muitas vezes por ele, inclusive a continuar o curso ginasial. Depois o papai mudou-se também para a cidade ai fui morar com a família. Moramos um ano nesta casa e em 21 de abril de 1966 mudamos para Americana.

Chegando em Americana conheci o Nestor, namoramos três anos, me casei e formamos uma outra família alicerçada nas boas tradições tanto da minha como da família dele. Hoje vivemos felizes com nossos filhos e netos, onde posso deixar para eles, com muito orgulho, essa herança de raiz, para que eles possam, ao ler este livro, saber como foi a família Tonus e suas origens.

Americana, 16/03/2011

Zenaide Paro Tonus de Oliveira

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Histórias familiares:TRIBUTO DA FAMÍLIA PARO TONUS À NOSSA QUERIDA MÃE AURÉLIA PARO TONUS
Publicado por: José Mario Tonus em Mar de 18 de 2013 15:32

NOSSA MÃE AURÉLIA, SEMPRE MUITO RELIGIOSA E FILHA DE UMA FAMÍLIA QUE TAMBÉM ERA ALÉM DE RELIGIOSA, MUITO BATALHADORA.

AOS 21 ANOS, APÓS UM LONGO TEMPO DE NAMORO, CASOU-SE COM NOSSO PAI (GUERINO TONUS), QUE ERA FILHO DE LAVRADOR (GIUSEPPE TONUS E GIUSEPHINA BARBIERI TONUS) ÉPOCA EM QUE ELE MORAVA NA FAZENDA DO Sr.ERNESTO PIAI E TRABALHAVA EM CULTURA DE CAFÉ.

O CASAMENTO FOI NA IGREJA SÃO JOSÉ DE COLINA E APÓS O CASAMENTO AOS 18 DIAS DO MÊS DE NOVEMBRO DE 1939, FORAM MORAR COM NOSSOS AVÓS, NESTA MESMA FAZENDA DOS PIAIS COMO SE DIZIA NA ÉPOCA, ATÉ ARPOXIMADAMENTE MEADOS DO ANO DE 1940.

QUANDO SE MUDARAM PARA MONTE BELLO, MAIS PRECISAMENTE NO SÍTIO DO Sr. CARLOS PARO QUE ERA FILHO DO Sr. LUIZ PARO, DONO DA FAZENDA QUE A FAMÍLIA DO NOSSO AVÔ, (GIUSEPPE TONUS) FOI MORAR E TRABALHAR QUANDO VIERAM DA ITÁLIA EM 1923.

O CASAL TEVE DEZ FILHOS SENDO:

MARIA THEREZINHA-16/10/1940.

JOSÉ ANTONIO TONUS- 01/06/1942.

LUIZ APARECIDO TONUS-1943, QUE VEIO A FALECER APÓS DOIS MESES.

LUIZA APARECIDA TONUS-21/06/1945.

JOSÉ MARIO TONUS-(ESTE QUE ESCREVE) -16/05/1947.

ZENAIDE PARO TONUS- 21/01/1951.

MARIA DO CARMO TONUS-29/05/1953.

MARIA IZABEL TONUS-26/08/1954.

MARIA DE LOURDES TONUS-04/02/1959.

MARIA BERNADETE TONUS-26/12/1960.

SENDO QUE TODOS QUE ESTÃO VIVOS, GRAÇAS AO NOSSO BOM DEUS TIVERAM UMA BOA EDUCAÇÃO POR PARTE DOS PAIS E APRENDERAM COM O EXEMPLO DELES SEREM PESSOAS RESPEITADORAS E CUMPRIDORAS DE SEUS DEVERS.

NOSSA MÃE ERA MUITO DEVOTA DE NOSSA SENHORA DO CARMO, POIS FOI SAGRADA A ELA E USAVA O ESCAPULÁRIO DA SANTA, TAMBÉM DO SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS E TINHA A FITA QUE USAVA SEMPRE NAS MISSAS DA 1ª SEXTA FEIRA DO MES DEDICADO A "ELE" E DEVOTA FERVOROSA DE SÃO JOÃO BATISTA. SEMPRE NO DIA 24 DO MÊS DE JUNHO DE CADA ANO, POR SER ELA TAMBÉM, ALGUÉM QUE GOSTAVA MUITO DE REZAR TERÇOS, EM NOSSA CASA OU NA CASA DOS VIZINHOS, ENTÃO REZAVA O TRADICIONAL TERÇO À SÃO JOÃO.

NO DIA 24 DO MÊS DE JUNHO DO ANO DE 1990, NÃO POR ACASO FOI O DIA DO SEU FALECIMENTO.

TEMOS A RESSALTAR, QUE APÓS TER VIVIDO UMA VIDA BASTANTE OCUPADA COM TUDO E COM TODOS, TEVE TAMBÉM UMA BELA PASSAGEM DESTA VIDA PARA UMA OUTRA QUE TEMOS CERTEZA QUE BEM MELHOR. NOSSO PAI TMBÉM MUITO DEVOTO DO SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS DO QUAL TINHA A FITA QUE USAVA EM TODA MISSA DA 1ª SEXTA FEIRA DO MES, TAL QUAL NOSSA MÃE.

ELE ERA TAMBÉM CONGREGADO MARIANO E EM TODAS CELEBRAÇÕES USAVA A FITA AZUL DA CONGREGAÇÃO COM MUITO ORGULHO.

TAMBÉM TEVE UMA VIDA DE MUITO TRABALHO E DE UMA EDUCAÇÃO REFINADA, APESAR DA POUCA CULTURA, POIS NÃO TEVE A OPORTUNIDADE PARA TAL.

DEPOIS DE PASSAR POR UM PERÍODO DE DOENÇA GRAVE, TEVE UMA PASSAGEM PARA OUTA VIDA DÍGNA DE UMA PESSOA MUITO CATÓLICA.

“HOJE OQUE NOS RESTA É MUITA SAUDADE DOS DOIS”

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Histórias familiares:DADOS BIOGRÁFICOS DO PAI DO ANTONIO VECCHINI.
Publicado por: José Mario Tonus em Mar de 15 de 2013 17:06

O Sr. SCIPIO VECCHINI, NATURAL DE COMUNE DE COREZZO, FILHO DE ANTONIO VECCHINI E LUIZA GAMBA. ESTADO CIVIL VIÚVO.

DATA DO SEU NASCIMENTO 04 DE JULHO DE 1870.

DESEMBARCOU NO PORTO DE SANTOS NO BRASIL, NO DIA 05 DE MAIO DE 1896.

CHEGOU AO BRASIL NO PORTO DE SANTOS, NA EMBARCAÇÃO ARCE DUITA.

COMPROVADO POR DOCUMENTO EM PODER DE DIRCE GRASSI VECCHINI, DATADO DE 30 DE SETEMBRO DE 1944.

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Histórias familiares:DADOS BIOGRÁFICOS DO Sr. BENEDITO PARO, AVÔ DA NOSSA MÃE AURÉLIA PARO TONUS
Publicado por: José Mario Tonus em Jun de 26 de 2010 14:37

DADOS BIOGRÁFICOS D Sr. BENEDITO PARO.

AOS 21 DIAS DO MÊS DE MARÇO DE 1854, NASCEU EM TREVISO, NA ITÁLIA O Sr. BENEDITO PARO, FILHO DO Sr. LUIZ PARO E Dª JOANNA GOBO.

CHEGOU AO BRASIL EM 15 DE MARÇO DE 1.887, ACOMPANHADO DE SUA ESPOSA E TRES FILHOS, TENDO FIXADO RESIDÊNCIA NA FAZENDA ALBERTINA EM RIBEIRÃO PRETO. ONDE PRESTAVA SERIÇOS AO Sr. MARTINICO PRADO.

EM OUTUBRO DE 1896, ADQUIRIU PEQUENA PROPRIEDADE NA FAZENDA ESTIVA, NO MUNICÍPIO DE COLINA, ONDE RESIDIU ATÉ 1911.

GRAÇAS À SEUS ESFÓRÇOS PROGREDIU SENSIVELMENTE, TENDO ADQUIRIDO NOVA ÁREA DE TERRA NO MESMO MUNICÍPIO.

TERRAS DE ÓTIMA QUALIDADE, COBERTA DE MATAS, TIVERAM EM BENEDITO PARO, UM DOS SEUS MAIORES DESBRAVADORES.

COM SEU TABALHO PROFÍCUO E O EXEMPLO DE LAVRADOR INCANSÁVEL, AJUDADO POR SUE FILHOS, TRANSFORMOU AQUELAS MATAS NUMA BELA FAZENDA DE CAFÉ E PASTAGENS, HOJE FAZENDA MONTE BELO. ONDE ESTÁ LOCALIZADO OGRUPO ESCOLAR.

AOS POBRES E ÀS CRIANÇAS, DEDICOU GRANDE PARTE DE SUA VIDA.

PREOCUPADO COM A EDUCAÇÃO E CULTURA DE SEUS FILHOS E FILHOS DE COLONOS, EM 1915, CONSTRUIU NA FAZENDA, UMA ESCOLA, TENDO PARA ISSO CONTRATADO UM ROFESSORA ARTICULAR.

CASADO COM Dª LUIZA CARDINI, ENVIUVOU EM 01 DE FEVEREIRO DE 1926, APÓS 53 ANOS DE VIDA CONJUGAL FELIZ, DADO À FORMAÇÃO MORAL E CRISTÃ DE AMBOS.

FALECEU EM 28 DE SETEMBRO DE 1.930, COM 76 ANOS DE IDADE, DEIXANDO OS SEGUINTES FILHOS:

ANTONIO BENEDITO PARO, CASADO COM EUGÊNIA GIRARDI:

GIÁCOMO PARO, CASADO DOM ITÁLIA MARIN:

ELVIRA PARO, CASADA COM JOÃO PIAI:

MARINA PARO, CASADA COM PEDRO VELLO:

ANGELO PARO, CASADO COM SANTA PIAI:

CATARINA PARO, CASADA COM JÃO POLIZELLI:

E ERNESTO BENEDITO PARO, CASADO COM ANTONIA FAVARETTO.

HOMEM HUMILDE, LEGOU AOS SEUS FILHOS UM PATRIMÔNIO, DEIXANDO AOS MESMOS O EXEMPLO DE CARÁTER E HONRADEZ. AMIGO LEAL E ÍNTEGRO, GOZAVA DE GRANDE ESTIMA EM COLINA E POR TODA REGIÃO ONDE DEIXOU MUITOS AMIGOS, ALÉM DE PERTENCER À UMA DAS MAIS DESTACADA FAMÍLIAS DO MUNICÍPIO.

EM 09 DE ABRIL DE 1954, INAUGURAVA-SE O GRUPO ESCOLAR, CONSTRUIDO EM TERRENO DE PROPRIEDADE DE ANTONIO BENEDITO PARO E GIÁCOMO PARO, FILHOS DO Sr. BENEDITO PARO, QUE DOARAM EM HONRA À SEU EXTINTO PAI. Sr. BENEDITO PARO.

OBSERVAÇÃO: -Este documento é uma reescrita do documento original que se encontrava em poder do nosso tio (Antonio Paro Filho).

SENDO QUE O Sr. BENEDITO PARO, ERA PAI DO NOSSO AVÔ ANTONIO BENEDITO PARO, PAI DA NOSSA MÃE AURÉLIA PARO TONUS.

O Sr.ANTONIO BENEDITO PARO E A Sª EUGÊNIA GIRARDI PARO, SE CASARAM NO BRASIL, NO DIA 02 DE MAIO DE 1903, EM COLINA, SEGUNDO RELATO DA NOSSA TIA, IRMÃ DA NOSSA MÃE, TIA LÚCIA.

DESTE CASAMENTO O CASAL TEVE 12 FILHOS, SENDO QUE O MAIS VELHO JOÃO PARO, FALECEU AOS 16 ANOS VÍTIMA DE UMA APÊNDICE. 1904- +1920.

EM SEGUIDA NASCERAM:

25/10/1905- LUIZ ANTONIO PARO (TIO LUIZ) +------

17/04/1906- LUIZA JOANA PARO BOLONHESE (TIA LUIZA) +15/04/1975

1909- GENOVEVA PARO FAVARETTO. (TIA GENOVEVA) +18/04/1936

30/08/1910- PEDRO ANTONIO PARO. (TIO PEDRO) +-------

30/01/1912- JOSÉ ANTONIO PARO. (TIO JOSÉ- BEPIM). +1978

12/10/1913- LUZIA PARO (TIA LÚCIA) +15/04/2005

31/05/1916- MATILDE PARO ALVES COSTA. (TIA MATILDE). +20/05/2006

05/05/1918- AURÉLIA PARO TONUS. (NOSSA MÃE) +24/06/1990

20/08/1920- JOANA PARO MARINI. (TIA JOANA) +12/11/1991

16/11/1923- JOÃO PARO (TIO JOÃO- PIQUIRA)

11/02/1931- ANTONIO PARO FILHO. (TIO TONICO) +2006

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Importante:Igreja de Nossa Senhora Aparecida , do Monte Bello
Publicado por: José Mario Tonus em Ago de 10 de 2009 19:47

Por volta dos anos 1925 e 1926, Nosso tio Angelo Paro, irmão do Nosso avô Antonio Benedito Paro, encontrava-se muito doente.

Comentava-se que era uma pneumonia grave.

Desta feita então, o Tio Angelo Paro fez uma promessa, que se fosse curado ergueria uma igreja para Nossa Senhora Aparecida, à Quem Ele havia feito o pedido de cura.

Quando melhorou e se sentiu curado, falou com Seu pai que reuniu Seus familiares e juntos construiram a tal igreja e assim fizeram. No dia 15 de Dezembro do ano de 1928, foi inaugurada a Igreja.A primeira missa foi celebrada pelo então Padre Jaime, pároco nessa época.

Nessa mesma época o Padre Vitor Coelho de Almeida, Padre redentorista da Cidade de Aparecida do Norte, foi ao Monte Bello pregar as Santas Missões e em uma das Suas pregações Administrou a primeira comunhão aos meninos e moços do Monte Bello e região, que haviam sido preparados para tal, pelo Nosso avô Antonio Benedito Paro.

Um desses garotos era Meu Pai, Guerino Tonus, que sempre comentava o fato ocorrido e fiquei sabendo com detalhes .

Nesta igreja Eu e todos Meus irmão fomos batizados, Eu e vários dos Meus irmãos recebemos a primeira comunhão e Fui congregado Mariano nesta mesma igreja até o ano de 1965, quando da Nossa mudança do Monte Belo para Colina e em seguida, no ano de 1966, Mudamos para Americana onde Moramos até esta data.

Temos muito orgulho de fazermos parte do pessoal que frequentou a igreja do Monte Bello.

José Mario Tonus, Neto Materno do Sr. Antonio Benedito Paro.

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Outro:Jardineira - Colina/Monte Belo
Publicado por: Nestor de Oliveira Filho em Maio de 26 de 2009 13:40

JARDINEIRA AMARELA

Neste amanhecer me veio à lembrança,

Meu tempo de infância e quase chorei.

Naquela estrada, paisagem tão bela,

Jardineira amarela que tanto viajei.

Rompia na chuva aquela barrera,

Na seca a poeira a estrada encobria.

Entre arvoredos e o cheiro do mato,

A ponte e o regato, quanta alegria.

Jardineira amarela cumprindo o horário,

No itinerário do seu vai e vem.

Bairro Monte Belo, destino Colina,

Por entre campina, lotação quase cem!?

Um dia a sorte marcou meu destino,

Ainda menino no ponto a esperar.

Jardineira amarela, só uma passagem,

Minha última viagem, não vou regressar...

A casinha branca, meu belo torrão,

Naquele grotão ainda podia ver,

Nas curvas da estrada que a jardineira fazia,

Pra mim parecia que eu ia morrer.

Da jardineira amarela restou só saudade,

Pois a modernidade assim conspirou.

No dia marcado, sua última viagem,

Na sua bagagem só a história restou.

Nestor de Oliveira Filho

Americana, 22 de maio de 2009

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Importante:87º aniversário de Rui Proença
Publicado por: Valdemar Vello em Maio de 18 de 2009 15:26

Gostaria de parabenizar meu cunhado Rui Soares Proença de Sousa por seu aniversário no dia 7 de junho ao completar 87 anos.
Ele é uma Pessoa muito Especial para toda Nossa Família.
Um grande abraço.
José Mario Tonus

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